sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Os Siqueira, uma grande família nordestina.






Tomo a iniciativa de publicar  subsídios iniciais do levantamento genealógico feito por Oscar Homem de Siqueira Neto,  meu amigo de infância, de Larissa Megale, a nova amiga mineiro que tive o prazer de conhecer por telefone., e outras pessoas do RN, PE, BA, MG e alhures.Os subsídios foram fornecidos a professora Maria-João Craigie, historiadora de Portugal, que executa um grande trabalho de pesquisa genealógica que será publicado brevemente com documentos e fotografias feitas por Oscar, Mano Siqueira, este filho do médico e escritor Esmeraldo Siqueira.

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Prezada Larissa,
 
Tudo bem?
Adorei o trabalho.
Tem uma pequena correção com relação ao nome da minha primeira esposa: O certo é:
Silvia Baptista Siveira.
Encontro-me no exterior fazendo um curto estágio na Alemanha, que hoje se encerra.
Retorno ao Brasil, não deixando de  sempre que possível de passar por Lisboa. Lá ficarei o final de semana até  terça 18 qdo retorno ao Brasil.
Na minha passagem por Lisboa vou ver se vejo algum trabalho da Profa.  Maria-João Craigie. Trasmita a ela os meus parabéns.
Grande abraço,
Eduardo
PS1. Eu toda a vez que ouvia o Jornal da Band pelo rádio e ouvia falar do Luiz Megale, pensava com os meus botões: esse deve ser filho da tia Helena: confirmado agora.
PS 2. Meu pai bricava muito com essa estória de parentes com nomes "invulgares": Filadelfia e Pensilvania; dizia com riso e como bom poeta que era que o motivo era a bela sonoridade dos nomes.  Depreendo graças ao documento resgatado  pela Profa. Maria-João, que meu velho pai era um bom criador de estórias. rssrs
 

De: Larissa Megale [larissamegale@gmail.com]
Enviado: sexta-feira, 7 de setembro de 2012 14:58
Para: Oscarzinho; Breno Guimarães; Dorinha costa; maria ines goes; Eduardo Homem de Siqueira Cavalcanti; Rosana Tia Lygia; Fernando Cordeiro; ciomara chacon; renato.dantas@comaqstm.com.br; João Felipe da Trindade; luiz gonzaga cortez cortez; Artur; Telmo Megale; helio; mucio; luciana megale; deciomegale@terra.com.br; maria craigie; Si Cavalcanti
Assunto: Genealogia pronta

Queridos primos,
Aqui vão os dados colhidos,nesse curto período, sobre nossas famílias e ascendentes.
Existem ainda alguns dados incompletos e peço que,por favor,façam a leitura,corrijam e acrescentem,se necessário.


Apenas os descendentes do primeiro casamento de Joaquim Homem de Siqueira Cavalcanti,com Filadelfia de Carvalho Moura,participam dessa listagem e serão publicados no livro de Maria-João Craigie.
Porem,acrescentei,no final dessa genealogia por ela elaborada,as informações colhidas por mim e por Oscar,dos primos do segundo casamento com Maria Joaquina de Siqueira Cavalcanti.
Acrescentei tambem interessante pesquisa fornecida por Maria-João sobre os ascendentes de Filadelfia de Carvalho Moura.

Abraço a todos
Larissa de Siqueira Megale







DESCENDÊNCIA
DE
MANUEL ERASMO DE CARVALHO MOURA
&
HERMELINDA LINS DA COSTA WANDERLEY
1.1.11:5.1.8:3.2
2(VIII) - Cap.. MANUEL-ERASMO DE CARVALHO MOURA (1832-1868)
Capitão de Infantaria do Exército Brasileiro, combatente da Campanha do Uruguai e da Guerra do Paraguai. Cavaleiro da Ordem de Cristo. Condecorado com a Medalha da Campanha do Uruguai (1864).[1]
Filho de MARIA-TOMÁSIA DE CARVALHO PAIS DE ANDRADE e de seu marido JOAQUIM-ELIAS DE MOURA (vide 1.1.11:5.1.8:3 em 2-1-2-1).
Nascido a 6.9..1832 na casa grande do Engenho Sant'Ana, S. Amaro, Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, e aqui batizado a 17.1.1833 na capela deste engenho (afilhado de sua avó materna D. Maria-Francisca de Carvalho Pais de Andrade e de Francisco de Carvalho Pais de Andrade; celebrante PMestre António de Luna Freire).
Falecido em 1868, combatendo na tomada da Fortaleza de Humaitá, Ñeembucú, Paraguai..
Casado a 14.6..1859 na Capela do Rosarinho, Recife, Pernambuco (testemunhas: Dr José-Joaquim Baeta Neves, tio afim do nubente, e Dr José-Raimundo de Meneses), com D. HERMELINDA LINS DA COSTA WANDERLEY, natural de Cimbres, Pesqueira, Pernambuco; filha de Joaquim-José da Costa Wanderley e de sua mulher D. Luísa-Francelina Siqueira de Lacerda.
Com geração: 1FILADÉLFIA
1.1.11:5.1.8:3.2.1
1(IX) - D. FILADÉLFIA DE CARVALHO MOURA (1860-1900)[2]
Nascida a 19.3.1860 na Boa Vista, Recife, Pernambuco, e aqui batizada a 17.6 (afilhada de Tomás de Carvalho Pais de Andrade).
Falecida a 27.6.1900 em Pedro Velho, Rio Grande do Norte.
Casada a 10.6..1884 na Boa Vista, Recife (testemunhas: Dr Rodrigo Jácome Martins Pereira e Dr Benvenuto da Silveira Lobo), com seu parente Dr JOAQUIM HOMEM DE SIQUEIRA CAVALCANTI,[3] formado pela Faculdade de Direito do Recife, magistrado em Pernambuco e no Rio Grande do Norte, Procurador-Geral do Estado do Rio Grande do Norte, co-fundador da cidade de Vila Nova [Pedro Velho], Rio Grande do Norte, poeta, ensaísta e autor didático, jornalista, fundador do América Futebol Clube de Natal, Rio Grande do Norte, nascido a 8.6.1857 no Recife e falecido a 27.10.1952 em Natal; filho de Joaquim-Salvador Pessoa de Siqueira Cavalcanti, 'o Siqueira Barbudo', agricultor, proprietário do Engenho Três Braços, Escada, Pernambuco, e de sua mulher D. Umbelina-Teresa-dos-Santos Ferreira Lagos, naturais de Pernambuco; neto paterno de Salvador-dos-Santos Monteiro, natural de Pernambuco, e de sua mulher D. Ana de Siqueira Cavalcanti, natural de Pesqueira, Pernambuco; bisneto paterno na linha feminina de Joaquim-Inácio de Siqueira Barbosa e de sua mulher D. Maria-José-de-Jesus Cavalcanti, naturais de Pernambuco (vide1.1.11:5.1.8:9.8. em 2-1-2-5-4)
Com geração: 1RITA 2UMBELINA 3CARLOS 4SAMUEL 5MARIA MARIETA 6JOAQUIM 7LAURA 8OSCAR
1.1.11:5.1.8:3.2.1:1
1(X) - D. RITA-DE-CÁSSIA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (1885-1979)
Nascida a 22.5.1885 em S. Bento do Una, Pernambuco.
Falecida a 4.10.1979 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casada com MANUEL DA COSTA Filho, comerciante, nascido a 25.8.1882 em Portugal e falecido a 31.5.1954 em Natal.
Com geração: 1FILADÉLFIA 2HILDA 3HELENA 4JOSÉ 5NILO 6RUI 7MARIA GERALDA 8MANUEL 9GERALDO
1.1.11:5.1.8:3.2.1:1.1
1(XI) - D. FILADÉLFIA DE SIQUEIRA COSTA (1909-1999)
Professora..
Nascida a 31.12.1909 em Canguaretama, Rio Grande do Norte.
Falecida a 9.2.1999 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casada com o Dr RAIMUNDO DE AZEVEDO MORAIS Filho, Desembargador no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, nascido a 28.10.1911 em Parelhas, Rio Grande do Norte, e falecido a 8.9.1970 em Natal; filho de Raimundo Azevedo de Morais, comerciante, e de sua mulher.
Com geração: 1DARCY 2DULCE 3RAIMUNDO
1.1.11:5.1.8:3.2.1:1.2
2(XI) - D. HILDA DE SIQUEIRA COSTA (1914-2003)
Nascida a 16.8.1914 em Canguaretama, Rio Grande do Norte.
Falecida a 21..4.2003 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casada com RUBENS MARTINS DELGADO, funcionário público administrativo federal, nascido a 15.12.1915 em Pedro Velho, Rio Grande do Norte, e falecido a 1.6.2007 em Natal.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:1.3
3(XI) - D. HELENA DE SIQUEIRA COSTA (19??-?)
Funcionária Pública Administrativa Estadual.
Natural do Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:1.4
4(XI) - JOSÉ DE SIQUEIRA COSTA (19??-?)
Funcionário Público Administrativo Estadual.
Natural do Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:1.5
5(XI) - Dr NILO DE SIQUEIRA COSTA (19??-?)
Magistrado..
Nascido a 2.4..1959 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casado com D. ANA-TERESA SILVA, natural do Piaiuí.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:3.3
3(XI) - D. ARACELI DE SIQUEIRA (1924-2010)
Funcionária Pública Administrativa Federal.
Nascida a 22.1.1924 em Natal, Rio Grande do Norte.
Falecida em 3..2010 em Natal.
Falecido a 30..8.1994 onde nascera.
Nascido a 6.4..1913 em Canguaretama, Rio Grande do Norte.
Falecido em Natal, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.2
2(XI) - D. MARINA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (1914-1998)
Formada em Enfermagem.
Nascida a 16.5.1914 no Engenho Catu em Canguaretama, Rio Grande do Norte.
Falecida em 12.1998 na cidade do Rio de Janeiro.
Casada com JOSÉ DE GÓIS LOPES TEIXEIRA, tipógrafo, natural do Recife, Pernambuco, desaparecido durante a Segunda Guerra Mundial na Amazónia ao serviço do país como Soldado da Borracha; filho de Júlio de Góis Lopes Teixeira e de sua mulher D. Maria-Olindina de Góis.
Com geração: 1MARLENE 2CLÉA 3GUILHERME 4FERNANDO
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.2.1
1(XII) - D. MARLENE DE SIQUEIRA GÓIS (1934-…)
Especialista em Bordados.
Nascida a 26.2.1934 em Natal, Rio Grande do Norte. 26.2.1934.
Com geração de N?: 1MARIA INÊS
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.2.1
1(XII) - D. MARIA-INÊS DE SIQUEIRA GÓIS (1965-…)
Consultora de Vendas.
Nascida a 15.6.1965 em Niterói, Rio de Janeiro.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.2.2
2(XII) - D. CLÉA DE SIQUEIRA GÓIS (1936-…)
Especialista em Alta Confeitaria.
Nascida a 23.6.1936 em Rocas, Natal, Rio Grande do Norte.
Casada a 19.9..1953 no Ssmo Sacramento, Boa Vista, Recife, Pernambuco, com o Dr FERNANDO VICENTE SOBRINHO, médico pediatra e clínico geral, nascido a 6.11.1932 no Recife e aqui falecido a 14.11.2001; filho de José Vicente Sobrinho e de sua mulher D. Júlia Ferreira.
Com geração: 1CLÉA 2MARIA AUXILIADORA 3JOSÉ
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.2.2:1
1(XIII) - D. CLÉA-CRISTINA DE SIQUEIRA SOBRINHO (1954-…)
Nascida em 10..7.1954 no Recife.
Casada com JOSAFÁ DE LIMA, representante comercial, nascido a 10.7.1945 no Recife, casado a 28.1.1978 em Tejipió, Recife.
Com geração: 1ARTUR 2MARCOS
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.2.2:2
2(XIII) - D. MARIA-AUXILIADORA DE SIQUEIRA SOBRINHO (1955-…)
Empresária.
Nascida a 30.5.1955 no Recife, Pernambuco.
Casada a 25.5..1974 em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, com LUCIANO DIAS DA COSTA, empresário, nascido a 18.9.1947 em Jaboatão dos Guararapes e falecido a 29.4.2012 no Recife.
Com geração: 1LUCIANO 2GUTTEMBERG 3CRISTIANO
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.2.2:3
3(XIII) - Eng.. JOSÉ-SÉRGIO DE SIQUEIRA SOBRINHO (1959-…)
Engenheiro Civil.
Nascido a 30.4.1959 em Jaboatão dos Guararapes.
Casado a 7.12..1986 em Jaboatão dos Guararapes com a Eng. D. ONEIDA BARBOSA, engenheira química, nascida a 8.11.1960 em Camucim de S. Félix, Pernambuco.
Com geração: 1RAFAEL 2FERNANDO
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.2.3
3(XII) - GUILHERME DE SIQUEIRA GÓIS (19??-…)
Natural de Rocas, Natal, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.2.4
4(XII) - FERNANDO DE SIQUEIRA GÓIS (19??-…)
Natural de Rocas, Natal, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3
3(XI) - OSCAR HOMEM DE SIQUEIRA SOBRINHO (1911-1994)
Funcionário Público Administrativo Estadual: Primeiro Avaliador e Depositário Judicial no Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte.
Nascido a 11.10.1915 em Pedro Velho, Rio Grande do Norte.
Falecido a 24..10.1994 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casado com D. ANTÓNIA-HEROÍTA BASTOS, funcionária pública administrativa estadual no Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, nascida a 12.6.1925 em Currais Novos, Rio Grande do Norte  e falecida a 16.3.2011 em Natal.
Com geração: 1ELBA 2ELISA 3MARIA DAS GRAÇAS 4OSCAR 5DIONE 6SÉRGIO 7HELIENE 8HELOÍSA
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.1
1(XII) - D. ELBA BASTOS DE SIQUEIRA (1944-…)
Nascida a 14.9.1944 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casada com JOSÉ FERREIRA DE SOUSA, nascido a 20.11.1939 no Recife, Pernambuco.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.1:1
1(XIII) – D.. VIRGÍNIA SIQUEIRA DE SOUSA (1965-…)
Jornalista.. Funcionária Pública Estadual.
Nascida a 5.3..1965 no Recife, Pernambuco.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.1:2
2(XIII) – D.. ANA-CLÁUDIA SIQUEIRA DE SOUSA (1966-…)
Funcionária Pública Estadual.
Nascida a 26.3.1966 no Recife, Pernambuco.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.1:3
3(XIII) – JOSÉ-ROBERTO SIQUEIRA DE SOUSA (1972-…)
Publicitário. Músico.
Nascido a 11.2.1972 no Recife, Pernambuco.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.1:4
4(XIII) – FELIPE-ANTÓNIO SIQUEIRA DE SOUSA (1977-…)
Estudante.
Nascido a 21.5.1977 no Recife, Pernambuco.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.2
2(XII) – D. ELISA BASTOS DE SIQUEIRA (1948-…)
Nascida a 3.2..1948 em Natal, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.3
3(XII) - D. MARIA-DAS-GRAÇAS BASTOS DE SIQUEIRA (1949-…)
Funcionária Pública Administrativa Federal na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Nascida a 3.3..1949 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casada em primeiras núpcias com N? SILVA.
Com geração: 1KATIA 2ARNO
Casada em segundas núpcias com AFRÂNIO RIBEIRO, nascido a 29.7.1945.
Com geração: 3ANA
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.4
4(XII) - OSCAR HOMEM DE SIQUEIRA (1952-…)
Bancário.
Nascido a 28.2.1952 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casado com D. MARIA-JOSÉ AZEVEDO, bancária, nascida a 3.2.1958 em Jardim do Seridó, Rio Grande do Norte.
Com geração: 1GUILHERME 2JULIANA 3MARIANA
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.4:1
1(XIII) - GUILHERME AZEVEDO HOMEM DE SIQUEIRA (1983-…)
Administrador de Empresas.
Nascido a 19.8.1983 em Barreiras, Bahia.
Casado com D. MAYARA-PRISCILA SENA, estudante de administração de empresas.
Com geração: 1CECÍLIA
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.4:2
2(XIII) - D. JULIANA AZEVEDO DE SIQUEIRA (1989-…)
Estudante de Psicologia.
Nascida a 3.2..1989 em Jardim do Seridó, Rio Grande do Norte.
Casada com RAFAEL BENEVÓLO.
Com geração: 1ARTUR
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.4:3
3(XIII) - D. MARIANA AZEVEDO DE SIQUEIRA (1997-…)
Estudante.
Nascida a 7.7..1997 em Natal, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.5
5(XII) – D. DIONE BASTOS DE SIQUEIRA (1959-…)
Funcionária Pública Administrativa Federal na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Nascida a 22.8.1959 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casada com JOSÉ-GELÁSIO FERNANDES, Corretor de Seguros.
Com geração: 1DANIELE 2DIEGO 3DEYSE
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.5:1
1(XIII) – D.. DANIELE DE SIQUEIRA FERNANDES (1983-…)
Estudante Universitária.
Nascida a 14.7.1983 em Natal, Rio Grande do Norte.


1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.5:2
2(XIII) – Dr DIEGO DE SIQUEIRA FERNANDES (1986-…)
Advogado. Funcionário Público Federal.
Nascida a 5.4..1986 em Natal, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.5:3
3(XIII) – D.. DEYSE DE SIQUEIRA FERNANDES (1987-…)
Estudante Universitária.
Nascida a 26.10.1987 em Natal, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.6
6 (XII) – SÉRGIO-LUÍS BASTOS DE SIQUEIRA (1962-…)
Corretor de Imóveis.
Nascido a 8.8..1962 em Natal, Rio Grande do Norte.
Casado com D. MARIA GILZETE ARAÚJO LUZ.
Com geração: 1DANIEL 2MATEUS
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.7
7(XII) – D. HELIENE BASTOS DE SIQUEIRA (1963-…)
Funcionária Pública Administrativa Estadual.
Nascida a 27.12.1963 em Natal, Rio Grande do Norte.
Divorciada de JURANDIR CAVALCANTE.
Com geração: 1ANA CAROLINE 2ANA BEATRIZ
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.3.8
8 (XII) – D.. HELOÍSA BASTOS DE SIQUEIRA (1963-…)
Nascida a 27.12.1963 em Natal, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.4
4(XI) - D. FILADÉLFIA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (1919-2009)
Formada em Enfermagem.
Nascida a 17.1.1919 em Canguaretama, Rio Grande do Norte.
Falecida a 5.7.2009 em Manaus, Amazonas.
Casada com o Dr DANILO-ROMANO DA MOTA, médico do Exército Brasileiro, nascido a 28.4.1914 e falecido a 12.5.1984; filho de Djalma Ribeiro da Mota, fazendeiro, nascido a 11.4.1888 em Italva, Rio de Janeiro, e de sua mulher D. Dalila N?, nascida a 5.3.1899 em Italva.
Com geração: 1CIOMARA
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.4.1
1(XII) - D. CIOMARA DE SIQUEIRA MOTA (1941-…)
Nascida a 30.4.1941 em Italva, Rio de Janeiro.
Casada a 12.11.1960 na cidade do Rio de Janeiro com o Dr EDILSON TAVARES CHACON, advogado; filho de João Batista Tavares Chacon, natural de Recife, Pernambuco, e falecido em 1986, e de sua mulher D. Guilhermina Camuyrano, natural da cidade do Rio de Janeiro e falecida em 1963.
Sem geração.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.5
5(XI) - D. ANGELINA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (19??-…)
Nascida em Canguaretama, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.6
6(XI) - HOMERO HOMEM DE SIQUEIRA CAVALCANTI (1921-1992)
Poeta, romancista, contista e ensaísta. Jornalista. Professor da Escola de Comunicação da Universidade Federal no Rio de Janeiro. Secretário da União Brasileira de Escritores e fundador da Associação dos Escritores Profissionais da Guanabara. Galardoado com o Prémio Nacional de Literatura do Brasil (1975).
Nascido a 6.1..1921 no Engenho Catu, Canguaretama, Rio Grande do Norte.
Falecido a 17..7.1992 na cidade do Rio de Janeiro e aqui sepultado.
Casado em primeiras núpcias a 16.7.1951 com D. TEIA CARPEN, falecida a 2.5.1953; filha de Leo Carpen, comerciante, natural de Berlim, Alemanha, e de sua mulher D. Lola Kirschbaum, natural de Kalisz, Polónia.
Com geração: 1EDUARDO
Casado em segundas núpcias a 19.5.1956 com D. ZAÍRA-LEOCÁDIA KEMPER DE ANDRADE, falecida a 1.11.1967; filha de Chrysanto Índio de Andrade, comerciante, e de sua mulher D. Ana Kemper da Silva.
Com geração: 2MARIA ELISA 3ANA
Casado em terceiras núpcias a 25.5.1913 com D. ALZIRA MARTINS FIGUEIREDO; filha de Albertino Martins Figueiredo, comerciante, natural de Tabuaças, Minho, Portugal, e de sua mulher D. Guilhermina de Andrade, natural do Rio de Janeiro.
Sem geração.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.6.1
1(XII) - EDUARDO HOMEM DE SIQUEIRA CAVALCANTI (1953-…)
Pesquisador.
Nascido a 19.4.1953 na cidade do Rio de Janeiro.
Casado em primeiras núpcias com D. N? SILVEIRA.
Com geração: 1LAURA 2ARTUR 3MAYSA
Casado em segundas núpcias com D. CÁTIA DE MATOS DALCIN.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.6.2
2(XII) - D. MARIA-ELISA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (1956-…)
Nascida a 18.11.1956 na cidade do Rio de Janeiro.


1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.6.3
3(XII) - D. ANA-MARIA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (1962-…)
Bibliotecária.
Nascida a 8.7..1962 na cidade do Rio de Janeiro.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.7
7(XI) - D. MARIA-PRECIOSA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (19??-…)
Nascida em Canguaretama, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.8
8(XI) - D. ALCIONE DE SIQUEIRA CAVALCANTI (19??-…)
Nascida em Canguaretama, Rio Grande do Norte.
1.1.11:5.1.8:3.2.1:6.9
9(XI) - D. HELENA DE SIQUEIRA CAVALCANTI (1925-…)
Nascida a 6.5..1925 em Canguaretama, Rio Grande do Norte, e aqui batizada.
Casada a 26.5..1947 com o Cap. DÉCIO-LÁZARO MEGALE, Oficial de Infantaria do Exército Brasileiro, Presidente da Câmara de Ouro Fino, Minas Gerais, nascido a 7.2.1918 em Ouro Fino, aqui batizado e falecido a 23.7.2003; filho de João de Miranda Megale, membro da comissão fundadora e mestre de culturas do Núcleo Colonial Inconfidentes, nascido a 11.4.1891 em Borda da Mata, Minas Gerais, e falecido a 20.8.1960 em Ouro Fino, e de sua mulher D. Zélia de Lemos Jardim, nascida a 18.7.1893 em Ouro Fino e aqui falecida a 29.8.1980, casados a 29..10.1911 em Ouro Fino; neto paterno de Biagio/Brás-António Megale, comerciante, nascido a 4.2.1857 em Rivello, Potenza, Basilicata, Itália, e falecido a 20.5.1928 em Ouro Fino, e de sua mulher D. Lia Ribeiro de Miranda, nascida a 6.7.1868 em Ouro Fino e aqui falecida a 26.6.1907, casados a 30.7.1887 em Ouro Fino; neto materno do Cap. Constante Ferreira Jardim, oficial da Guarda Nacional, fiscal da administração municipal e agente dos correios de Ouro Fino, membro da Maçonaria, nascido a 21.4.1864 em Indaiaçu [Casimiro de Abreu], Rio de Janeiro, e falecido a 21.7.1928 em Ouro Fino, e de sua mulher D. Eugénia-Olinda Sanches de Lemos, nascida a 22.5.1874 em Ouro Fino e aqui falecida a 4.9.1943, casados a 29.10.1892 em Ouro Fino; bi

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Artigo de Rui Castro sobre a "melhor idade".



 
 

Esse povo brasileiro é, no mínimo, um povo de mente frívola...
Adora eufemismos. Por exemplo, crioulo não é mais preto, mas afro-descendente.
Favela não é mais favela, mas "comunidade".
Velhice é "melhor idade".
Mas a quem se pretende iludir?
É tudo uma merda mesmo...
Enfim, é a realidade, às vezes muito cruel, como é o caso da velhice.
O que dá toda razão a Rui Castro.
Leia.

Prazeres da melhor idade.
Melhor idade é a puta que te pariu - a melhor idade é de 18 aos 40 anos... 
A voz em Congonhas anunciou: "Clientes com necessidades especiais, crianças de colo, melhor idade, gestantes e portadores do cartão tal terão preferência etc.". Num rápido exercício intelectual, concluí que, não tendo necessidades especiais, nem sendo criança de colo, gestante ou portador do dito cartão, só me restava a "melhor idade" - algo entre os 60 anos e a morte.
Para os que ainda não chegaram a ela, "melhor idade" é quando você pensa duas vezes antes de se abaixar para pegar o lápis que deixou cair e, se ninguém estiver olhando, chuta-o para debaixo da mesa. Ou, tendo atravessado a rua fora da faixa, arrepende-se no meio do caminho porque o sinal abriu e agora terá de correr para salvar a vida. Ou quando o singelo ato de dar o laço no pé esquerdo do sapato equivale, segundo o João Ubaldo Ribeiro, a uma modalidade olímpica.
Privilégios da "melhor idade" são o ressecamento da pele, a osteoporose, as placas de gordura no coração, a pressão lembrando placar de basquete americano, a falência dos neurônios, as baixas de visão e audição, a falta de ar, a queda de cabelo, a tendência à obesidade e as disfunções sexuais. Ou seja, nós, da "melhor idade", estamos com tudo, e os demais podem ir lamber sabão.
Outra característica da "melhor idade" é a disponibilidade de seus membros para tomar as montanhas de Rivotril, Lexotan e Frontal que seus médicos lhes receitam e depois não conseguem retirar.
Outro dia, bem cedo, um jovem casal cruzou comigo no Leblon. Talvez vendo em mim um pterodáctilo da clássica boemia carioca, o rapaz perguntou: "Voltando da farra, Ruy?". Respondi, eufórico: "Que nada! Estou voltando da farmácia!". E esta, de fato, é uma grande vantagem da "melhor idade": você extrai prazer de qualquer lugar a que ainda consiga ir.
Primeiro, a aposentadoria é pouca e você tem que continuar a trabalhar para melhorar as coisas. Depois vem a condução.
Você fica exposto no ponto do ônibus com o braço levantado esperando que algum motorista de ônibus te dê uns 60 anos.
Olha... a analise dele é rápida. Leva uns 20 metros e, quando pára, tem a discussão se você tem mais de 60 ou não.
No outro dia entrei no ônibus e fui dizendo:
- "Sou deficiente".
O motorista me olhou de cima em baixo e perguntou:
- "Que deficiência você tem?"
- "Sou broxa!"
Ele deu uma gargalhada e eu entrei.
Logo apareceu alguém para me indicar um remédio. Algumas mulheres curiosas ficaram me olhando e rindo...
Eu disse bem baixinho para uma delas:
- "Uma mentirinha que me economizou R$ 3,00, não fica triste não".
Bem... fui até a pedra do Arpoador ver o por do sol.
Subi na pedra e pensei em cumprir a frase. Logicamente velho tem mais dificuldade. Querem saber?
Primeiro, tem sempre alguém que quer te ajudar a subir: "Dá a mão aqui, senhor!!!"
Hum, dá a mão é o cacete, penso, mas o que sai é um risinho meio sem graça.
Sentar na pedra e olhar a paisagem.
É, mas a pedra é dura e velho já perdeu a bunda e quando senta sente os ossos em cima da pedra, o que me faz ter que trocar de posição a toda hora.
Para ver a paisagem não pode deixar de levar os óculos se não, nada vê.
Resolvo ficar de pé para economizar os ossos da bunda e logo passa um idiota e diz:
- "O senhor está muito na beira pode ter uma tontura e cair."
Resmungo entre dentes: ... "só se cair em cima da sua mãe"... mas, dou um risinho e digo que esta tudo bem.
Esta titica deste sol esta demorando a descer, então eu é que vou descer, meus pés já estão doendo e o sol nada.
Vou pensando - enquanto desço e o sol não - "Volto de metrô é mais rápido..."
Já no metrô, me encaminho para a roleta dos idosos, e lá esta um puto de um guarda que fez curso, sei eu em que faculdade, que tem um olho crítico de consegue saber a idade de todo mundo.
Olha sério para mim, segura a roleta e diz:
- "O senhor não tem 65 anos, tem que pagar a passagem."
A esta altura do campeonato eu já me sinto com 90, mas quando ele me reconhece mais moço, me irrompe um fio de alegria e vou todo serelepe comprar o ingresso.
Com os pés doendo fico em pé, já nem lembro do sol, se baixou ou não dane-se. Só quero chegar em casa e tirar os sapatos...
Lá estou eu mergulhado em meus profundos pensamentos, uma ligeira dor de barriga se aconchega... Durante o trajeto não fui suficientemente rápido para sentar nos lugares que esvaziavam...
Desisti... lá pelo centro da cidade, eu me segurando, dei de olhos com uma menina de uns 25 anos que me encarava... Me senti o máximo.
Me aprumei todo, estufei o peito, fiz força no braço para o bíceps crescer e a pelanca ficar mais rígida, fiquei uns 3 dias mais jovem.
Quando já contente, pelo menos com o flerte, ela ameaçou falar alguma coisa, meu coração palpitou.
É agora...
Joguei um olhar 32 (aquele olhar de Zé Bonitinho) ela pegou na minha mão e disse:
- "O senhor não quer sentar? Me parece tão cansado?"
Melhor Idade??? Melhor idade é a puta que te pariu!
 

sábado, 8 de setembro de 2012

Cadeias da Paraíba fabricam monstros, segundo auditora.


Ouvidora diz que presídios “criam monstros”

Chocada com o que viu no presídio da Paraíba, a ouvidora da Secretaria de Segurança Pública, Valdênia Paulino, critica militarização nos presídios e falta de percepção da sociedade
Relatório do Conselho Estadual de DH da Paraíba
Conselheiros foram detidos porque pediram aos presos que fotografassem celas às quais não tiveram permissão para visitar
No último dia 28, a ouvidora da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Paraíba, Valdênia Paulino, esteve detida por três horas na Penitenciária Romeu Gonçalves de Abrantes, em João Pessoa. Como mostrou ontem (7) o Congresso em Foco Valdênia e outros cinco representantes do Conselho Estadual de Direitos Humanos foram presos por determinação do diretor do presídio por terem registrado em fotos o cenário de degradação a que estão submetidos os presidiários – nus, sem colchão, nem água, acomodados entre fezes e urinas.
Integrante do Conselho Estadual de Direitos Humanos, a advogada diz que não há como recuperar qualquer pessoa em um ambiente em que não há respeito à dignidade humana. Na opinião dela, o poder público falha ao deixar o controle do sistema prisional nas mãos de policiais militares. E falha também a parcela da sociedade que defende o pior tratamento possível aos presos, segundo ela. O atual modelo, diz a ouvidora, só forma “monstros” com dinheiro público.
“Uma parte da sociedade, por falta de conhecimento, acredita que o preso deve ser tratado assim mesmo. Mas não vê que os seus impostos estão sendo usados para criar monstros. Esses presos estão lá para serem recuperados”, afirma. Tratados em condições desumanas e degradantes, em vez de serem ressocializados, os presidiários voltam ao convívio com a sociedade ainda mais revoltados e violentos, observa.
Para Valdênia, a presença de militares nos presídios prejudica a recuperação dos presos e configura um “desvio de função”. “Cada um que fique com suas atribuições. Há mais de 1,5 mil policiais militares trabalhando no sistema penitenciário. Mas o próprio legislador foi inteligente ao prever que quem prefere não pode cuidar do preso. Estão militarizando o sistema penitenciário”, avalia. Advogada e pedagoga, a ouvidora tem mestrado em Direito Social e foi indicada pelo Conselho para o cargo, em lista tríplice encaminhada ao governador Ricardo Coutinho no ano passado.
Questionada pela reportagem, a Secretaria de Administração Penitenciária diz não haver incompatibilidade no exercício das funções. O secretário da pasta é um coronel da Polícia Militar. O diretor da Penitenciária Romeu Gonçalves de Abrantes, onde Valdênia foi detida, é um major. A ouvidora, porém, não está sozinha em suas críticas.
Recuperação?
“Temos de acabar com essa militarização do sistema penitenciário. Tem de haver administradores que conheçam a Lei de Execuções Penais. A pena é a privação da liberdade, mas a direção tem de dar condições para que eles retornem à sociedade e não venham cometer os mesmos crimes. Mas isso não ocorre”, reclama o deputado Luiz Couto (PT-PB), ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
O procurador da República Duciran Farena, que também faz parte do Conselho Estadual de Direitos Humanos, acredita que não há como falar em recuperação se não houver mudança de filosofia no sistema prisional brasileiro. “Não dá para falar em recuperação em um sistema prisional em que os presos não trabalham. Temos, pelo menos, de evitar que eles morram”, considera.
Degradação
Amontoados, nus, em celas fétidas. Assim o Conselho Estadual de Direitos Humanos encontrou os presos em penitenciária da Paraíba
Durante a visita à penitenciária, os seis conselheiros dos Direitos Humanos encontraram alojados 80 presos que faziam greve de fome por melhores condições de tratamento. Motivos para queixas não faltavam: não havia vaso sanitário, apenas uma bacia higiênica, que era compartilhada por oito dezenas de homens. Não havia colchão nem rede para os presidiários dormirem. Eles reclamavam de sede, que não tinha água potável e que passavam até meses sem tomar banho de sol.
O cenário tornou-se ainda mais degradante quando os conselheiros se dirigiram à ala em que estavam as chamadas celas de disciplina. Apesar de os agentes penitenciários se recusarem a abrir os portões para a visita dos conselheiros, o mau cheiro denunciava a precariedade das condições. “Havia sinais de vômito na área externa das celas e só podíamos ver as mãos dos presos e ouvir o que tinham a dizer. Não era possível vê-los, pois a abertura para ventilação nas paredes era pequena e as celas estavam escuras.”
Foi por uma dessas frestas de ventilação que os conselheiros passaram uma máquina fotográfica para que um dos presidiários registrasse o que se passava lá dentro. Não havia móveis nas celas. Nem vestes em seus corpos. Todos se amontoavam nus, sem acesso a banho e água potável. Alguns informaram que estavam há quatro meses sem banho de sol e que havia, entre eles, presos feridos pelos agentes penitenciários.

Governador promete asfalto para a Chã do Lindolfo.

Bananeiras está, politicamente, quente, muita zoada, barulheira geral, mas não se preocupem, pois é a campanha para a Prefeitura e Câmara de Vereadores que está nas ruas. Na tarde de hoje, às 15 h, tem comício na Vila Maia, povoado próxima da sede do município, dividido entre os candidatos da situação e oposição, Douglas e Edgar, o verde contra o azul. Até agora, não houve nenhuma briga de rua. Motivo: a Polícia Militar está nas ruas com o seu policiamento ostensivo motorizado. O candidato da situação, do grupo familiar dominante na política de Bananeiras, é o mais cotado, segundo as pesquisas. Os boatos são constantes. Dizem que o candidato da oposição está liso, sem capim para alimentar a campanha. Segundo Djalma dos Santos, vai se de capote. Aguardemos. Os dois lados disputam os espaços palmo a palmo. Campanha radical e dentro dos padrões de radicalismos políticos característicos da região do brejo paraibano.
O governador Ricardo Coutinho, na manhã de ontem, durante o desfile de 7 de Setembro, no centro da cidade, assinou a Ordem de Serviços para o asfaltamento da estrada que liga Bananeiras ao povoado de Chã do Lindolfo, a terra da família Grilo. Prometeu começar os trabalhos ainda neste ano. Muita gente duvida, mas o governador  Ricardo Coutinho não tem fama de mentiroso e gabola. Vai cumprir a promessa feita ontem, dizem. Outros duvidam, pois muitos políticos prometeram o mesmo nas últimas 5 décadas. São 5 quilometros de estrada de piçarro, hoje.