sábado, 10 de novembro de 2012

Ginásio esportivo abandonado.

Estas fotos foram feitas  2 meses antes da última eleição. Elas mostram uma grande placa publicitária da reforma da Escola Estadual José Rocha Sobrinho, situada no bairro Cidade Alta, próxima a entrada do Condomínio Àguas da Serra, em Bananeiras/PB. A placa anuncia uma nova Paraíba em Construção, mas o que se vê é a lenta, gradual e segura destruição da cobertura da quadra polidesportiva, impulsionada pela força dos ventos e da omissão dos responsáveis pela educação pública estadual.Quem duvidar pode fazer uma visitinha à referida escola e observar o estado de depreciação do ginásio desportivo da escola que poderia ser modelar na região do Brejo paraibano.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012


Governo defende política regional para Estados menos desenvolvidos

Quarta-feira, 07 de novembro de 2012 - 18h11
O governador Ricardo Coutinho participou nesta quarta-feira (07), em Brasília, da reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, governadores e secretários da Fazenda e da Receita de todos os estados do país. Na ocasião, foi apresentada aos gestores, a unificação da alíquota interestadual do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrada pelos estados em 4% como forma de acabar com a chamada “guerra fiscal”  (concessão de benefícios para que as empresas se instalem em determinados estados do país). A alíquota seria unificada para todas as mercadorias que passam de uma unidade da Federação para outra. Atualmente, o imposto é 7% ou 12%, dependendo do estado de origem da mercadoria.
Ricardo Coutinho elogiou a abertura da discussão pelo governo Federal, mas afirmou que não vê a alíquota única como uma solução para o desenvolvimento regional, e que a medida prejudica os estados do Nordeste, Norte e Centro Oeste que não terão como conceder um regime de incentivo fiscal diferenciado para atrair empresas.
“Não se pode deixar de ver que o Centro Oeste, o Norte e o Nordeste não são diferentes por questões históricas e que possuem economias menores que o Sudeste e o Sul. Neste contexto de perdas do Fundo de Participação do Estado (FPE), que chegam a R$ 247 milhões neste ano na Paraíba, será ainda mais complicado daqui a quatro anos conviver com a adoção de um regime único de ICMS”, completou.
O governador defendeu uma política de desenvolvimento regional que crie atratividades para gerar competitividade aos estados menos desenvolvidos. Ele acrescentou que nenhum ramo da economia do país, desde a siderurgia, conseguiu se desenvolver sem que fosse às custas do ICMS.  “É claro que a política predatória por atração de empresas é prejudicial ao país, mas é fundamental compreender que este é um país de desigualdades. Criar mecanismos para que esse desequilíbrio seja superado é algo positivo, não apenas para um estado ou região, mas para o país”, defendeu Ricardo.
Os governadores, principalmente do Norte e Nordeste, pediram a fixação de duas alíquotas: 2% para os estados mais ricos e 7% para os menos desenvolvidos, que teriam espaço para a concessão de incentivos fiscais a indústrias.
Durante a reunião, o ministro da Fazenda também propôs a abertura de dois fundos de compensação: o primeiro para cobrir as perdas de ICMS dos estados perdedores e o segundo que prevê financiamento de empresas.
Dívida dos Estados – Guido Mantega também propôs a revisão do indexador da dívida dos estados com a União. Atualmente, essa dívida é corrigida pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais 6% ou 7,5% ao ano. A equipe econômica acenou com a substituição deste índice pela taxa Selic, que mede os juros básicos da economia. A proposta vale para as dívidas já constituídas e beneficia todas as unidades da federação.
O secretário de Estado da Receita, Marialvo Laureano, que também esteve presente na reunião, considerou a proposta positiva por reduzir os juros da dívida dos Estados, mas disse que ela não resolve o problema imediato que é a liquidez dos Estados.
Mesmo com endividamento muito abaixo do permitido, a Paraíba aumentou em 52% a capacidade de contratação de crédito nos últimos dois anos. O limite era de R$1,5 bilhão em 2010 e ultrapassou os R$ 2,3 bilhões em 2012. A marca é resultado da gestão financeira responsável que adequou o Estado às exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e restituiu o equilíbrio fiscal paraibano a partir de 2011.
Com o controle fiscal e ampliação de crédito garantida, o Governo da Paraíba registrou o total de R$ 536 milhões em contratações de crédito planejadas, durante o biênio 2011/2012. O montante é cerca de 20% superior ao total contratado nos dois anos anteriores (R$ 453 milhões em 2009/2010). Fonte: Assecom/Govpb.


Governo repassa verba para 102 municípios atendidos por carros-pipa

Fonte: Assecom/PB.
Quarta-feira, 07 de novembro de 2012 - 18h18
O Governo do Estado disponibilizou para as prefeituras paraibanas recursos na ordem de R$ 3.765.000,00, destinados ao pagamento dos carros-pipa que distribuem água às cidades atingidas pela estiagem.
O dinheiro, à disposição nas agências do Banco do Brasil, representa o pagamento a 250 carros-pipa contratados para abastecer comunidades em 102 municípios paraibanos mais afetados pela seca.
Há casos em que o banco já fez o pagamento à Prefeitura, mas há situações em que o dinheiro encontra-se à disposição da administração municipal, mas ainda não foi resgatado.
De acordo com dados disponibilizados pela gerência executiva da Defesa Civil Estadual (GEEDEC), algumas prefeituras sequer assinaram a minuta do convênio com o Banco do Brasil. Outros municípios ainda não enviaram ao banco a documentação necessária.
Também há casos em que a água não está sendo distribuída porque o banco aguarda providências que precisam ser tomadas pela administração municipal e pelo próprio ‘pipeiro’, como são chamados os donos dos caminhões tanques que distribuem a água.
Ainda de acordo com os dados, em pelo menos seis cidades paraibanas, à despeito da grave situação de falta água, a prefeitura não compareceu com os documentos para o cadastramento.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Um Mestre Maçom chamado Luiz Gonzaga

  Colaboração do Ir∴ Sergio Elvis (sergio.elvis@terra.com.br) pertencente ao Grupo Tempo de Estudos (tempo-de-estudos@yahoogrupos.com.br) 
O Rei do Baião, Luiz Gonzaga, Pernambucano de Exu-PE, viu a Luz na Maçonaria no dia 03 de abril de 1971, na Augusta e Respeitável Loja Simbólica Paranapuan nº 1477, Oriente da Ilha do Governador - RJ, do Rito Moderno ou Francês. 
No dia 14 de dezembro de 1971, foi Elevado ao Grau de Companheiro Maçom e no dia 05 de dezembro de 1973, foi Exaltado ao Grau de Mestre. 
Nos Graus Filosóficos, foi Iniciado no Grau 04 em 10 de agosto de 1984, no Sublime Capítulo Paranapuan, jurisdicionado ao Supremo Conselho do Brasil do Rito Moderno. 

A música Acácia Amarela foi composta em 1981; o Irmão Luiz Gonzaga achou oportuno fazer uma homenagem a Maçonaria e elaborou a letra e o tema musical. 

O Irmão Orlando Silveira deu algumas sugestões e harmonizou a melodia. Encerrado os trabalhos a música foi incluída no CD “O Eterno Cantador” do selo BMG-RCA, com arranjo de Orlando Silveira e vocal de Luiz Gonzaga.