terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Paraibana Lucy Alves lança CD e participa de sessão de autógrafos em Natal terça (29)





convite foto por assessoria/divulgação
A cantora Lucy Alves estará no Natal Shopping na próxima terça-feira (29) para uma tarde de autógrafos e o lançamento do CD “Lucy Alves & Clã Brasil no Forró do seu Rosil”, em homenagem ao centenário do grande compositor nordestino Rosil Cavalcanti.  Revelação do programa The Voice Brasil, da Rede Globo, a artista paraibana recebe os fãs na Livraria Leitura, das 16h às 18h.

Lucy Alves e sua família, que compõe o Clã Brasil, revivem os maiores sucessos do autor pernambucano, entre elas “Sebastiana”, “Forró na Gafieira” e “Festa de Milho”. O CD ainda apresenta três poesias inéditas, musicadas pelo músico Badu especialmente para a comemoração: "Coco x Baião", "Gibão" e "Tambaú". Rosil Cavalcanti compôs e publicou cerca de 82 músicas - baiões, xotes e côcos, em célebres parcerias com Jackson do Pandeiro, gravadas pelo parceiro ilustre e também por outros grandes artistas como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho, Marinês, Ademilde Fonseca, Genival Lacerda, Clã Brasil, entre outros.

A partir do lançamento do CD “Lucy Alves & Clã Brasil no Forró do Seu Rosil”, suas publicações totalizarão 85, com as três inéditas complementadas postumamente. O CD tem direção musical de Lucy Alves, direção executiva de Badu com arranjos dois dois e do maestro Chiquito. Lucy toca acordeon, bandolim e violino. O Clã Brasil é composto por Laryssa - Zabumba e coro; Lizete - Flauta e coro; Fabiane - Cavaquinho, violão de 12 cordas e coro; Morena - Triângulo e coro; Francisco Neto – Pandeiro e percussão; e Badu - Violão de 7 cordas. [por assessoria de imprensa]



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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 12/22/2015 02:34:00 PM

domingo, 20 de dezembro de 2015

BRASIL: PÁTRIA DISTRAÍDA?
Geniberto Paiva Campos / Brasília - dezembro,2015

Todos os dias indivíduos normalmente inteligentes e classes sociais inteiras são feitos de tolos para que a reprodução de privilégios injustos seja eternizada entre nós”. (Jessé Souza, “A tolice da Inteligência Brasileira” – Ed. Leya, 2015)

1. Há alguns anos, em um programa de TV, a atriz Kate Lyra criou um inusitado bordão, rapidamente assimilado e repetido pelos telespectadores: -“brasileiro é tão bonzinho!” No qual ressaltava a bondade e, sobretudo, a ingenuidade inata dos nossos patrícios.
Em livro recentemente publicado, o sociólogo Jessé Souza, atual presidente do IPEA, pesquisando as origens desse “jeitinho brasileiro”, relata, em sequência histórica, a participação de Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Raymundo Faoro, Roberto da Matta, os quais,agregando ideias de Max Weber, teriam contribuído com respaldo teórico-acadêmico para a confirmação da tese: os brasileiros sãomalemolentes, sensuais, cordiais, decidem com o sentimento (e não com a razão). Portanto, fáceis de serem enganados, levados na conversa. Não gostam do seu país. E nutrem uma admiração profunda, perpétua, em relação Estados Unidos e ao seu povo. Aos quais atribuem qualidades e capacidades sobre-humanas, excepcionais, na esfera moral, pessoal, técnica e acadêmica. Seres muito próximos da perfeição.
Contornando, propositadamente, o núcleo de justificativas “acadêmico/científicas” da tese – muito bem explicitadas no livro do sociólogo Jessé Souza – apresentamos algumas contribuições a esse debate, defendendo a provável ocorrência de um viés “político/operacional” no caso.Produzindo manipulações grosseiras, no intuito de criar na população uma assimilação acrítica. Ingênua e tola, de conceitos políticos e ideológicos do interesse externo, contrários aos interesses do seu país. A nosso ver, um fator muito significativo. Que poderia contribuir para aexplicar a permanência de comportamentos sociais e políticos estranhos da elite e da classe média brasileiras (e da América Latina), habilmente manipuladas pela Publicidade & Propaganda, de origem interna e externa. Todas com o mesmo objetivo: fazer os seus habitantes perderem a esperança no futuro do seu país, reduzindo a próximo de zero o seu orgulho patriótico. Talvez possa ser atribuído um papel significativo a essa lavagem cerebral permanente (e competente) dessas agências de Publicidade & Propaganda na manutenção desse estado de inconsciência coletiva das populações, vítimas, infelizmente, dessas ações deletérias.

2. A partir da segunda metade do século 19, o Capitalismo assumiu características hegemônicas incontestes, enquanto sistema econômico,evoluindo nos anos seguintes para a esfera política, partindo em busca do controle direto e indireto do Estado e apoiando sutilmente governos favoráveis e/ou simpáticos ao sistema. O limiar do novo século mostrou que o Mundo, na defesa dos seus interesses, estaria disposto a se enfrentar em guerras totais. (Como afirmou Clausewitz, um reconhecido estadista da época: “a guerra é a política feita por outros meios”).
Na busca da hegemonia e da sua expansão, países europeus, os Estados Unidos e o Japão, se enfrentaram em duas Guerras Mundiais queeclodiram no século 20. Segundo argutos historiadores (Hobsbawm, E.J - 1977), a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais constituem a mesma guerra. E o que se seguiu, a cinzenta “Guerra Fria” seria apenas um corolário – ou consequência - das duas grandes guerras. Tais conflitos marcaram todo o século passado, e como esperado, mostram seus desdobramentos nos dias atuais.
Desses sérios enfrentamentos, um país, os Estados Unidos da América, saiu praticamente incólume em sua base territorial e em sua economia. O incremento das atividades da indústria bélica americana nos dois conflitos, colocou o país em uma situação de supremacia mundial no pós-guerra, nos planos econômico e político. E tornou-se a única e incontrastável potência nuclear mundial. Diferentemente da Europa, dilacerada, dividida e com a economia em frangalhos.
Após garantir a sua expansão territorial e conquistar áreas preciosas de terras (e do petróleo) do México, os norte-americanos confirmaram a tese do “destino manifesto”, um engenhoso e permanente mecanismo auto atribuído e auto aplicado ao país, o qual passou a justificar a apropriação de territórios e riquezas do interesse geopolítico ou econômico do governo americano.
Durante a Guerra Fria – para muitos estudiosos, ainda em plena vigência, (Moniz Bandeira. L.A, 2013) -  Washington assumiu o papel, tambémauto atribuído, de “gendarme da democracia mundial”, com o envolvimento direto e indireto em invasões territoriais, golpes de estado e levantes internos em diversos países. Sempre em nome da defesa da democracia, encobrindo interesses econômicos e geopolíticos ilegítimos e injustificáveis.
(Retomando um oportuno argumento do autor do livro, enfatizamos que não nos move nenhum tipo de sentimento antiamericano ao fazer tais constatações. Estas devem ser tomadas pelo que são: evidências históricas da formação e da evolução de um país, com inegável vocação hegemônica, implantando a ferro e fogo o seu peculiar conceito de “democracia”).

3. Simultaneamente ao desenrolar da II Guerra Mundial, ficou evidente para o governo americano, o imenso potencial da Indústria dePublicidade & Propaganda, uma arma “bélica” às vezes mais poderosa do que os canhões. Com essa arma era possível induzir comportamentos consumistas: Coca-Cola, ao invés de sucos naturais; fazer as mulheres adotarem o cigarro como expressão da sua liberdade. E, por que não? colocar “ideologias” disponíveis nas prateleiras dos supermercados.
A partir desse ponto, foi montada uma máquina de conquista de corações e mentes, de alcance mundial, dispondo de recursos financeiros inesgotáveis, utilizando todos os meios de comunicação possíveis: rádios, tvs, jornais, revistas (incluindo os “comics” ou revistas em quadrinhos). E ainda a superpoderosa indústria do cinema, com o envolvimento dos magnatas da meca cinematográfica de Los Angeles com interesses geopolíticos de Washington, sendo criada o que ficou conhecida como a “Universidade de Hollywood”. Perfeitamente apta a interpretar fatos e criar versões convincentes. Se necessário, reinterpretar a própria História. Ações com a incrível propriedade de iludir mentes ingênuas e suscetíveis, de todos os quadrantes e origens.
Diante de tão formidável e bem articulado poderio no campo de Comunicação, tornou-se difícil, quase impossível, qualquer tipo de discurso contraditório. E foi a partir de tal conteúdo político/ ideológico do pós-guerra, norteador da Guerra Fria, que o Mundo foi submetido a um ataque insidioso da indústria de Publicidade & Propaganda, defendendo e divulgando valores, transcendentes em sua roupagem externa, mas cujo objetivo essencial era o domínio de territórios e países de interesse do novo Império. E claro, defendendo, por todo sempre, o Mercado e a Livre Iniciativa.
São múltiplos, incontáveis, os exemplos da aplicação dessa política neoimperial no Mundo. Nos mais longínquos rincões do Planeta.
Em meados do século 20, o império americano dispunha-se a lutar contra o Comunismo e pela implantação universal do seu conceito deDemocracia. E, no limiar do novo século, após o ataque às Torres Gêmeas, essa pauta foi ampliada para o combate ao “terrorismo islâmico”, ou “Eixo do Mal”, no qual os limites da guerra convencional foram deixados de lado, passando a valer ações “antiterroristas” que desrespeitariam os Direitos Humanos e regras elementares de combate definidos na Convenção de Genebra. Talvez fazendo valer, mais uma vez, os fundamentos do “Destino Manifesto”. O centro de torturas implantado na base de Guantánamo, até hoje em funcionamento, seria o mais perfeito corolário dessa constatação.

4. “Palimpsesto” é um termo pouco usual. De acordo com o dicionário Houaiss significa “o papiro ou o pergaminho cujo texto primitivo foi raspado para dar lugar a um outro”.
A lembrança do termo surge naturalmente, quando decorrido pouco mais de cem anos do início do período das grandes guerras do século 20, a humanidade continua a reescrever essa história. Cujo texto primitivo não esmaece. Por mais que se tente apagá-lo, raspando-o até à medula,seu conteúdo teima em voltar, se fazendo presente nos dias atuais. Os conflitos bélicos registrados no século passado, dividiram (talvez demaneira inconciliável) a Humanidade entre correntes políticas e ideológicas antagônicas.
Para os que imaginavam que a morte sem glória de Adolf Hitler, numa Alemanha que agonizava frente aos invasores russos, significou o fim do Nazismo, a História mostrou que este apenas hibernava. E gradualmente, reassumia o seu lugar no comportamento humano.
Manifestações de abusos, intolerância, desrespeito aos direitos humanos, quebra da ordem jurídica, tortura, atos de violência extrema contra populações indefesas, submissão do setor judiciário ao totalitarismo, ao “clamor das ruas” ou às pressões da mídia, extinção do estado democrático de direito. Enfim, o abandono consentido de práticas civilizatórias, veio a evidenciar que o Nazismo, redivivo, está sim presente nos mais diversos países. E que para assegurar o lucro, mesmo indevido e garantir os interesses ilegítimos de Estados e Nações, estaria permitida a prática de métodos persuasórios ilícitos ou da força militar explícita para a consecução de tais objetivos.
Caberia, portanto, à consciência crítica da Sociedade fazer a denúncia bem fundamentada de tais métodos e manipulações. Como o fez – de maneira serena e corajosa – o sociólogo Jessé Souza em “A Tolice da Inteligência Brasileira”. Demonstrando seu elevado grau de ousadia acadêmica, desde a escolha do título, o autor revisa conceitos estabelecidos por acadêmicos consagrados, ícones inquestionáveis da Sociologia brasileira. Submetendo-os ao escrutínio científico atual. Bem distante de uma iconoclastia oportunista e superficial, procura demonstrar possíveis vieses e equívocos de mestres do conhecimento sociológico. Num país em que estes reinam soberanos. Tranquilos, intocáveis, absolutos no pensamento acadêmico. Que nunca ousou criticá-los.
E o mais importante, denunciando, de maneira firme e inteligente, nos limites da ortodoxia acadêmica, a forma insidiosa de dominação exercida pelos impérios financeiros. Fazendo cidadãos adultos - crédulos e atilados- de países aparentemente livres e soberanos, assimilarem conceitos equivocados e manipuladores, que servem, tão somente, aos interesses escusos desses Impérios.
Este, talvez, o mérito maior do corajoso livro do sociólogo Jessé Souza: mostrar que o Brasil não é uma pátria assim tão distraída.
Ainda há vida inteligente na nação tupiniquim.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Padre Cícero Romão Batista não tem mais pecados. O padre politiqueiro foi perdoado.

   Viva ! Demorou mas chegou seu dia ! Padre Cícero e Dom Helder, o "Bispo das Multidões", serão elevados aos altares numa mesma solenidade, segundo informações extra muros!  Já pensou  poeta Cunha Lima, Padim Ciço papa?! Não teria ocorrido a 2a. Guerra Mundial! O mundo seria bem melhor e Ghandi teria visitado Juazeiro para se aconselhar junto ao Padim e Lampião, convertido, seria sacristão da catedral do Crato. 
Dezembro é o mês da solidariedade!
Francisco de Assis.


Venerado no Nordeste, Padre Cícero recebe perdão da Igreja Católica


Padre Cícero é perdoado pelo Vaticano

8 de 14

Leo Correa/Associated Press
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JOÃO PEDRO PITOMBO
DE SALVADOR
14/12/2015 13h36 - Atualizado às 16h30
1,7 mil
Venerado em romarias que atraem mais de 2 milhões de pessoas por ano a Juazeiro do Norte (CE), o Padre Cícero Romão Batista foi perdoado pela Igreja Católica após mais de um século de punição.
A reconciliação foi anunciada neste domingo (13) pelo dom Fernando Panico, bispo da Diocese de Crato (CE), que recebeu uma carta do Vaticano com a decisão do papa Francisco.
Conhecido popularmente como Padim Ciço, ele foi afastado da Igreja Católica após um episódio em 1889 que ficou conhecido como "milagre da hóstia", no qual uma hóstia dada pelo padre a uma beata teria se transformado em sangue.
"É o primeiro processo de reabilitação, de esquecimento do passado, que conheço na Igreja. É um caso único, estamos fazendo know-how", disse à Folha Armando Lopes, chanceler da Diocese de Crato. Segundo ele, a Diocese não pretende iniciar um pedido de beatificação de Padre Cícero de imediato: "É um processo muito demorado, não é nossa prioridade".



Bispo anuncia perdão do Vaticano a padre Cícero
Nos anos seguintes, o padre foi proibido de confessar, pregar e administrar os sacramentos, além de celebrar missas. Em 1896, O Santo Ofício determinou que ele deixasse a cidade de Juazeiro do Norte, sob pena de ser excomungado.
As punições se seguiram até 1926, quando o padre foi suspenso definitivamente pela Igreja, que lhe retirou as ordens. Ele morreu em 1934.
Carismático, Padre Cícero tinha influência sobre a vida social e política na região de Juazeiro do Norte, onde hoje há uma estátua de 27 metros de altura em sua homenagem.
A reconciliação foi pedida ao Vaticano há nove anos por dom Fernando Panico e é o primeiro passo para a reabilitação de Padre Cícero. Caso seja reabilitado, o padre estará apto a ser beatificado e canonizado.
A carta, assinada pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, diz que o Padre Cícero "viveu uma fé simples, em sintonia com o seu povo". A íntegra do documento será divulgada no próximo domingo (20) pela Diocese de Crato.
Em uma rede social na internet, o governador do Ceará, Camilo Santana (PT) afirmou que recebeu "com muita alegria a informação da reconciliação da Igreja Católica com o querido Padre Cícero Romão Batista, nosso Padim"

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

"O mundo vai ser negro".


CULTURA

"O mundo vai ser negro", diz filósofo camaronês

Teórico camaronês do pós-colonialismo Achille Mbembe é o homenageado deste ano com o Prêmio Irmãos Scholl, na Alemanha, por seu incômodo livro "Crítica da Razão Negra".
Achille Mbembe: Crítica da Razão Negra
Achille Mbembe: "Crítica da Razão Negra"
"As lógicas de distribuição da violência em escala planetária não poupam nenhuma região do mundo, não mais que a vasta operação em curso de depreciação das forças produtivas", constata o filósofo e historiador Achille Mbembe no epílogo de seu livro "Crítica da Razão Negra". Trata-se de um pontapé inicial rumo a uma nova visão de mundo, o que comprova a atualidade da obra do teórico camaronês, sobretudo quando se pensa nas muitas guerras e conflitos ou nos incontáveis jovens desempregados, principalmente na África.
E foi por esse olhar afiado "sobre a sociedade mundial globalizada, que não remove apenas mercadorias e capital, mas também pessoas e força de trabalho", que Achille Mbembe recebeu em Munique, na segunda-feira (30/11), o Prêmio Irmãos Scholl. A premiação acontece anualmente em homenagem a uma obra "que dê provas de independência intelectual, seja capaz de incentivar a liberdade civil, bem como a coragem moral, intelectual e estética".
Rebelião de escolares na África do Sul: Soweto dos anos 1970
Rebelião de estudantes na África do Sul: Soweto dos anos 1970
Justiça universal no mundo
A questão simples, porém tocante, abordada por este filósofo político, acaba sendo "a questão do mundo": O que é o mundo? Como são "as relações entre suas diversas partes?". Como viver neste mundo? A quem pertencem os recursos? O que move ou ameaça este mundo? Todas essas são questões mais atuais que nunca. A resposta de Mbembe é a visão de uma comunidade universal: "Só há um mundo e todos temos direito a ele". No entanto, segundo a tese do teórico, antes que possamos criar um lar como seres humanos neste mundo comum, precisamos tratar da história dos traumas e das feridas. "Restituição e reparação estão, portanto, no centro da própria possibilidade de construção de uma consciência comum do mundo, ou seja, do cumprimento de uma justiça universal", escreve o filósofo.
devir-negro do mundo
É assim, portanto, que este pensador do pós-colonialismo imprime sua explicação de mundo. Mbembe estudou na Sorbonne, em Paris, depois de passar por Berkeley, Yale e outras instituições acadêmicas conceituadas dos EUA. Hoje, leciona na Universidade de Witwatersrand em Johanesburgo, África do Sul. Seu livro "Crítica da Razão Negra", publicado em 2013 originalmente em francês (e traduzido para o português em 2014), embora seja considerado pelo próprio autor como "um ensaio", é um tratado cheio de meandros sobre racismo e capitalismo, cujas teses são construídas acadêmica e também poeticamente.
"Razão negra" – quem por ventura pensar em qualquer tipo de conceito que possa remeter a "black is beautiful", estará totalmente equivocado. O que Mbembe reconhece é um "enegrecimento do mundo" em uma época de "crespúsculo europeu". E o substantivo "negro", para ele, é compreendido como "toda a humanidade subalterna", incluindo as hordas de operários mal remunerados da indústria chinesa, bem como os milhões de refugiados, que perderam tudo, ou os migrantes europeus em busca de emprego, submetidos a condições precárias de trabalho. Mbembe analisa o desenvolvimento desta "cisão" e "codificação da vida social em normas, categorias e números". Para isso, ele volta mais de 500 anos na história. No centro de seu tratado recheado de teses, está o conceito do nègre – palavra usada em determinados idiomas hoje somente entre aspas, conotada negativamente e associada ao conceito de racismo.
Escravos na plantação de cana de açúcar em Cuba: pintura de Patricio de Landaluze (1874)
Escravos na plantação de cana de açúcar em Cuba: pintura de Patricio de Landaluze (1874)
Os Condenados da Terra
Segundo Mbembe, o "Negro" é uma construção material e fantástica, que passou por três fases. A primeira delas, que foi do século 15 ao 19, se deu com a espoliação organizada através do tráfico transatlântico de escravos. Na segunda fase, os "seres cujos direitos foram usurpados" lutaram, a partir do fim do século 18 até o fim do apartheid há aproximadamente 20 anos, pela libertação e emancipação como "sujeitos completos do mundo vivo". A terceira fase é esta na qual vivemos, a "da globalização dos mercados, da privatização do mundo sob a égide do neoliberalismo" – uma fase que começou no início do século 21 e que "é dominada pelas indústrias do silício e pelas tecnologias digitais".
Em mais de 300 páginas, Mbembe comprova que, sem o "Negro", o capitalismo não teria podido se desenvolver desta forma como se desenvolveu e ainda se desenvolve, transformando continuamente as pessoas em mercadorias. Para isso, o teórico faz uso de citações que vão do viajante Alexis de Toqueville a Frantz Fanon, o mentor francês do pensamento descolonizador. "Poder predador, poder autoritário e poder polarizador, o capitalismo precisou sempre de subsídios raciais para explorar os recursos do planeta. Assim o foi e assim o é, ontem e hoje, ainda que atualmente ele esteja colonizando o seu próprio centro e que as perspectivas de um devir-negro do mundo nunca tenham sido tão evidentes".
Um livro para a sociedade mundial globalizada
Immanuel Kant estabeleceu em 1781, com sua obra principal de teoria do reconhecimento intitulada "Crítica da Razão Pura", os conceitos decisivos para o Iluminismo. A partir desta herança, Achilles Mbembe criou, com seu trabalho sobre o afropolitanismo, nada menos que os princípios teóricos de um "projeto de um mundo por vir", um mundo "liberto do peso da raça e dos ressentimentos".
O Prêmio Irmãos Scholl é concedido pela Federação Estadual da Baviera da Associação do Comércio Livreiro Alemão, junto com a prefeitura de Munique, dentro do Festival de Literatura que acontece na cidade. A premiação, no valor de 10 mil euros, leva o nome de Hans e Sophie Scholl, dois combatentes da resistência, mortos pelos nazistas. Em 2014, o prêmio foi entregue a Glenn Greenwald, parceiro de Snowden, por seu livro No Place To Hide, lançado no Brasil sob o título Sem lugar para se esconder: Edward Snowden, a NSA e a espionagem do governo americano.
  • Data 02.12.2015
  • Autoria Sabine Peschel (sv)

  • Link permanente http://dw.com/p/1HFb4

Novos relatos da Intentona de 1935

Publicação: 2015-12-04 00:00:00 | Comentários: 0Fonte: Tribuna do Norte/RN
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A programação que lembra os 80 anos do levante armado de 1935 contra o governo, em Natal, tem mais um evento neste sábado (05). O Sebo Vermelho vai lançar “O Comunismo e as Lutas Políticas do RN na Década de 30”, livro que reúne a série de reportagens do jornalista Luiz Gonzaga Cortez sobre os antecedentes, as ações e os personagens da Intentona Comunista.
DivulgaçãoMovimentos políticos da primeira metade do século XX são abordados em novo livro de Luiz Gonzaga CortezMovimentos políticos da primeira metade do século XX são abordados em novo livro de Luiz Gonzaga Cortez

A publicação original das reportagens foi no “O Poti”, a edição dominical do jornal Diário de Natal. Os jornais deixaram de circular há alguns anos e a homenagem de Luiz Gonzaga, no livro, é para “os companheiros e editores da redação”. Na época, algumas das informações levantadas nas pesquisas para as reportagens, causaram certa polêmica. Uma delas, foi a afirmação de que o soldado da PM Luiz Gonzaga, cultuado como herói da resistência aos revoltosos, nunca foi militar. A revelação consta da entrevista feita pelo jornalista com o aposentado Sizenando Filgueira, que era do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e um dos líderes da rebelião.

“Ele não era herói nem militar na época. Ele apenas era um débil mental, menor de idade, e deram-lhe um fuzil para acompanhar os que fugiam do quartel em procura da Base Naval”, afirma Sizenando (pag. 91), para em seguida descrever como matou Gonzaga: “(...) olhava para a direita e vi quando ele estava procurando fazer pontaria para atirar. Antes que ele atirasse, eu atirei. Só dei um tiro e ele caiu”. Sizenando conta em detalhes como foi o ataque ao antigo “Quartel do Batalhão de Segurança” (a antiga Casa do Estudante, no Passo da Pátria), com nomes de outras testemunhas para a morte. Documentos oficiais da época também apontam para a versão contada por Sizenando.

O domínio dos revoltosos sobre Natal durou três dias – de 23 a 25 de novembro de 1935 – e a insurreição, que era mais contra o Estado Novo de Getúlio Vargas que uma tentativa de implantar um estado proletário, também ocorreu em Recife e Rio de Janeiro. Derrotados, os líderes foram presos – aqui, no interior do Estado – e a repressão política/policial que se instaurou atingiu a todos os opositores do governador Rafael Fernandes.

Polêmicas à parte, a pesquisa jornalística feita por Luiz Gonzaga Cortez para as reportagens se constitui em um material de estudo valioso para entender a história política do século XX no Rio Grande do Norte. Algumas das lideranças tidas como referenciais, ainda hoje, se formaram e atuaram naqueles episódios revoltosos e nem sempre claros das alianças, conspirações e interesses da década de 1930. Com essas reportagens, Luiz Gonzaga chegou a ganhar três prêmios “Elias Souto” (FJA – 1984/1986 e 1992) e um outro da Fenaj.

O lançamento, com a presença do autor, será a partir das 9h e deverá se estender até o meio dia. O Sebo Vermelho fica na avenida Rio Branco (Cidade Alta), quase esquina com a rua Coronel Cascudo. O preço do exemplar será de R$ 30,00.

domingo, 29 de novembro de 2015

A Assembléia do RN poderia ajudar Bananeiras. Como? Leiam a matéria.

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte | Assessoria de Imprensa

Consumo consciente e política de resíduos sólidos será debatido na Assembleia


Crédito da foto: João Gilberto
O consumo consciente e as políticas públicas dos resíduos sólidos será tema de audiência pública na Assembleia Legislativa, nesta sexta-feira (27). O debate, proposto pelo deputado Souza Neto (PHS), acontece a partir das 14h e irá reunir representantes de instituições municipais e estaduais de meio ambiente do Rio Grande do Norte.

“Precisamos discutir ações para orientar a atuação do Governo do Estado nessa área, assim como da elaboração de um Plano de Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS), ou seja, um documento que reúna políticas, programas e ações que promovam a produção e o consumo sustentáveis em nosso Estado”, afirma Souza.

Durante a audiência será discutida a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos, além da destinação ambientalmente adequada de rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).

O evento conta com a parceria da Comissão Permanente de Gestão Ambiental do Tribunal de Justiça do RN (TJRN). Além dos parlamentares da Casa, foram convidados representantes do IDEMA, IBAMA, Ministério Público de Meio Ambiente, Secretaria Municipal e Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Defensoria Pública, Procuradoria Municipal de Meio Ambiente e Procuradoria Estadual de Meio Ambiente.

A seca pode trazer mais miséria para Bananeiras.

O município de Bananeiras está com sérios problemas por causa da escassez de água, falta de higiene pública,a fedentina no centro da cidade é antiga e espanta turistas (ainda promovem certames de comidas típicas ao lado do canal por escorrem os dejetos humanos, animais e águas "servidas"), sem citar os trechos de águas paradas em Cidade Alta e canais pluviais descobertos na ladeira que liga a cidade alta à cidade baixa. A coleta de lixo ainda funciona a contento, sem maiores reclamações. Porque não se faz a limpeza do canal do esgoto eterno ou se cobre com uma placa de concreto, no trecho da praça do Centro até o fim do perímetro urbano?  A área é considerada especial para os eventos do meio do ano e do Natal e local para apresentações de cantores e teatrinhos para o público infantil. Mas com esse "perfume francês" não há quem aguente tamanha falta de consideração com o cidadão ou com os turistas que nos visitam. Não precisa de muito dinheiro, basta mandar um engenheiro novato para elaborar o projeto de construção de uma cobertura do Canal da MERDA. Dinheiro a Prefeitura tem. Não tem dinheiro para festa com cantores importados e caros?
O próximo será de estiagem braba, a pior dos últimos anos, Os loteamentos  residenciais sofrerão as consequências da escassez do precioso líquido, mormente os maiores, como o Àguas da Serra Haras e Golfe, uma valiosa àrea da antiga Fazenda Bebedouro, com 600 lotes, mas já sofrendo racionamento com menos de 80 residências construídas. Os três "açudecos" estão com níveis baixos, sendo que o primeiro, o que recebia água da fonte natural da Serra, está com pouca e se prevê que secará nos próximos 90 dias, caso não caia uma chuva torrencial. Por isso, a produção de cana-de-açúcar foi pequena este ano. Pensemos no futuro. Por exemplo. o Àguas da Serra, o mais bonito condomínio de Bananeiras, quando chegar a 500 casas. De onde virá a água para os moradores? De poços tubulares? Uma adutora do açude Jandaia para o condomínio? Delírio? Então, se reúnam os especialistas em recursos hídricos para discutirem as soluções para todo o município, haja vistas as previsões negativas dos meteorologistas do Nordeste. Foto 1 - Açudeco do condomínio A. da Serra.
 Fotos: acervo do blogue. Perto do campus da UFPB se pesca no canal dos dejetos. Que higiene....
Açudeco do Àguas da Serra.










segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Prefeito diz que topa debate sério sobre a sua administração e que trabalha com ética e transparência.

Após matéria divulgada em sites, Prefeito de Bananeiras divulga nota esclarecendo fatos denunciados

DSCN0392O Prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena, divulgou neste domingo, 22 de novembro, nota em que esclarece fatos que foram divulgados em matéria publicada em vários sites e blogs do Estado.
NOTA OFICIAL
“Emito Nota Oficial esclarecendo os fatos que foram motivo de matéria equivocada, republicada em vários veículos de comunicação eletrônica e redes sociais, com o intuito natural de restabelecer a verdade.
Sobre a Missão Técnica Internacional do Sebrae em função do Prêmio Prefeito Empreendedor
Mais de um ano atrás o SEBRAE Nacional realizou Missão Técnica Internacional com os prefeitos empreendedores do país, apenas 12 municípios foram representados, justamente os que se destacaram nacionalmente.
O SEBRAE, uma das mais prestigiadas instituições do país, custeou passagens e hospedagem para os prefeitos vencedores do Prêmio Prefeito Empreendedor Nacional, cabendo aos gestores o custeio de alimentação e deslocamento. Foram três os países visitados, Emirados Árabes Unidos, Austrália e Nova Zelândia, todos com moedas bem mais fortes do que a nacional, dólar australiano e dólar neozelândes ou com base no dólar americano, caso dos Emirados Árabes Unidos.
Não discorrerei mais demoradamente sobre a legalidade da despesa mencionada, mas creio que ser escolhido Prefeito Empreendedor Nacional pelo SEBRAE seria motivo de orgulho para qualquer gestor de nosso país, afinal, concorremos com quase 1.400 prefeitos do Brasil.
Convém destacar ainda que apenas dois gestores públicos municipais paraibanos em toda a história foram agraciados com essa honraria, denotando nosso compromisso e capacidade de articulação, além de revelar uma administração moderna e que estimula fortemente o empreendedorismo como forma de desenvolver nosso município e gerar oportunidades para os filhos de nossa terra.
Essa Missão Técnica do Sebrae foi o desdobramento previsto no Edital do Prêmio Prefeito Empreendedor, uma missão de trabalho e uma das maiores oportunidades recentes de interação e intercâmbio de experiências exitosas, tanto nos países visitados quanto com os demais gestores reconhecidos nacionalmente. Naquela oportunidade, humildemente, representei não somente Bananeiras e a Paraíba, como era um dos doze representantes do Brasil.
Fui reconhecido pelo Sebrae Paraíba, sendo premiado em duas categorias, incluída a de melhor projeto. Reconhecido igualmente pelo Sebrae Nacional, vencendo como o Melhor Projeto do Nordeste.
Lamento apenas que, ao invés das boas práticas que nos levaram a esse reconhecimento serem elevadas, o que se divulgue é um conjunto de inverdades para atender às questiúnculas político-partidárias ou ao simples desejo de denegrir nossa gestão.
Rebato ainda com veemência a afirmação que menti, afinal, os dados colhidos no Sagres do Tribunal de Contas do Estado e no Portal da Transparência do Município são alimentados pela própria prefeitura, ou seja, nós mesmos prestamos essa informação.
Nos causa somente estranheza que em função dos últimos acontecimentos políticos locais ou com a aproximação do ano eleitoral essa informação distorcida seja propagada após um ano da Missão Técnica Internacional.
Lamentável é ser agredido por ter sido premiado e reconhecido, é ser acusado por trabalhar e se destacar, uma inversão completa de valores. No entanto, a Paraíba e Bananeiras estão acima disso, porque nos embates recentes da vida pública o povo tem reconhecido tão somente os que trabalham.
Sobre Bananeiras liderar as despesas com diárias
Quanto à afirmação errônea sobre Bananeiras liderar as despesas com diárias na Paraíba, elenco as despesas efetuadas nos anos de 2013, 2014 e 2015, muito inferiores aos Municípios que lideram esse ranking no Estado, observando-se ainda um decréscimo ano a ano, senão vejamos: 2013- R$ 67.660,65 (sessenta e sete mil, seiscentos e sessenta reais e sessenta e cinco centavos) de gasto total anual com diárias e R$ 11.894,25 (onze mil, oitocentos e noventa e quatro reais e vinte e cinco centavos) de gasto específico anual com diárias do gabinete do prefeito municipal.
2014- R$ 61.172,06 (sessenta e um mil, cento e setenta e dois reais e seis centavos) de gasto total anual com diárias e R$ 24.492,35 (vinte e quatro mil, quatrocentos e noventa e dois reais e trinta e cinco centavos) de gasto específico anual com diárias do gabinete do prefeito municipal.
2015-(até 31.10) R$ 39.859,60 (trinta e nove mil, oitocentos e cinquenta reais e sessenta centavos) de gasto total anual com diárias e R$ 8.160,00 (oito mil cento e sessenta reais) de gasto específico anual com diárias do gabinete do prefeito municipal.
Nota-se com clareza que estamos em nível muito inferior aos que lideram esse quesito no Estado da Paraíba, no ano de 2013 dispendemos cerca de metade do que gastou o quinto colocado no quesito no Estado, cerca de 70 % do que gastou o décimo colocado. No ano de 2014 em Bananeiras, mesmo com a Missão Técnica Internacional, reduzimos o gasto total com diárias em mais de seis mil reais e em 2015, estimamos que não ficaremos entre os 40 municípios que mais efetuaram pagamentos dessa natureza, reduzindo-se mais de vinte mil reais em relação a 2013.
Ressalte-se que nosso município está entre os 30 de maior população no Estado e que as diárias são efetivamente pagas não somente ao Prefeito Municipal, mas a servidores de diversas categorias, como motoristas, professores, entre outros, além de diretores, secretários e membros da gestão como um todo.
Sobre as denúncias relativas à Unidade Básica de Saúde do Jaracatiá
A matéria ainda faz referência à construção da Unidade Básica de Saúde do Jaracatiá, situada na zona rural de nosso município.
Essa edificação foi iniciada em dezembro de 2010, depois de dois anos e onze meses, precisamente em novembro de 2013, efetuamos o distrato com a construtora responsável pela obra, justamente por não cumprir os prazos estabelecidos no certame licitatório.
Efetuado o distrato, afastada, portanto, a empresa, a gestão teve que se submeter novamente à avaliação da Gerência de Governo da Caixa Econômica Federal-GIGOV, encaminhando novas planilhas para avaliação da engenharia, bem como o processo de distrato para validação e que redundaria em autorização para nova licitação.
Ultrapassados todos os trâmites burocráticos, quase que infindáveis, obtivemos a liberação da GIGOV no ano de 2015, realizamos o novo certame licitatório, novo vencedor foi habilitado, a Ordem de Serviço foi dada e a empresa ainda está no prazo legal para iniciar os serviços até esta semana que se inicia, que estão vinculados também à conclusão de outra Unidade Básica de Saúde, essa instalada no Distrito do Tabuleiro.
Ademais, os habitantes daquela região não estão prejudicados no atendimento de saúde, pois enquanto a obra não foi concluída, a Unidade Básica de Saúde está lotada em prédio locado na comunidade especificamente para esse fim, com a equipe de Saúde da Família funcionando normalmente com seus membros regulares, médico, enfermeiro, técnicos e auxiliares.
Finalizo, reafirmando meu propósito de dialogar, sempre, e me colocando à disposição perenemente para qualquer esclarecimento. Estou completando 11 anos exercendo mandatos eletivos, sempre pautados pela ética, transparência e na busca constante de soluções para o generoso povo de minha Bananeiras, no atual mandato como gestor municipal, consegui atrair em investimentos públicos mais de R$ 31 milhões de reais para o município, quase o equivalente a um ano de orçamento, faço assim, um convite a todos que queiram entabular um debate sério sobre essas ações e para conhecer as inovações implementadas.
Aos ataques e agressões sem fundamento, responderei sempre com mais esforço e dedicação às causas bananeirenses, mantendo os olhos no céu e os pés no chão, seguirei sonhando e realizando, caminhando e trabalhando muito, sobretudo para os que mais precisam.
Fraterno abraço a todos!”
(Prefeito Douglas Lucena Moura de Medeiros – Prefeito de Bananeiras).