sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Como dizia o ex-Deputado e governador, então presidente da Câmara dos Deputados Francelino Pereira, Quê país é este? 

Agressor foi rendido por funcionário e ainda prestou queixa em delegacia; motivo da confusão foi o preço da hospedagem

Ex-diretor da PF ameaça recepcionista de hotel com revólver Favoritar

O Globo (Facebook - Twitter)
10/10/2013 - 21h42
Ex-delegado saca arma e ameaça atendente
Foto: TV Globo / ReproduçãoEx-delegado saca arma e ameaça atendente TV Globo / Reprodução
RIO Uma discussão sobre o preço da hospedagem em um hotel em Brasília foi o suficiente para um ex-diretor-geral e delegado aposentado pela Polícia Federal (PF) ameaçar um recepcionista com um revólver. A confusão ocorreu no último dia 4 e foi registrada por câmeras de segurança do empreendimento, que fica localizado no Núcleo Bandeirante.
Allan Gomes da Silva, o atendente, afirmou em depoimento que o ex-delegado João Batista Campelo pediu um quarto de solteiro. O preço informado imediatamente foi de R$ 95. Instantes depois, o hóspede voltou ao local com uma mulher. O funcionário do hotel, então, anunciou a correção do valor para um casal: R$ 135. Revoltado, Campelo sacou uma arma e apontou para Gomes da Silva. Ele queria pagar o valor acordado no primeiro momento.
Mesmo acuado, o funcionário conseguiu reagir, pular o balcão da recepção e dominar o ex-diretor da PF. Depois da confusão, sem a arma, o dono do revólver foi até uma delegacia prestar queixa e apresentar-se como vítima. Não contava com a possibilidade de tudo ter sido gravado.
João Carlos Lóssio, delegado responsável pelo caso, afirmou que a arma foi apreendida e que o ex-diretor da PF pode ser acusado de crime de menor potencial ofensivo. Poderá, no entanto, haver uma audiência de conciliação.
No juizado especial é feita uma audiência de conciliação, tenta se fazer a conciliação entre as partes. Não havendo a conciliação é pena restritiva de direito, prestação de serviço à comunidade, doação de cesta básica, tipo de pena que a Justiça determinar disse o responsável pelo caso à TV Globo.
Allan Gomes Silva, por sua vez, disse nunca ter ocorrido algo parecido.
A gente fica imaginando outras situações dessa, mas fazer o quê? A gente tem que trabalhar, tem que seguir a vida, né?



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