sexta-feira, 5 de setembro de 2014


Relatório coloca Brasil em 6º em taxa de homicídio de crianças e jovens

Atualizado em  4 de setembro, 2014 - 19:11 (Brasília) 22:11 GMT

Mulher segura uma pistola (foto: Thinkstock)
Com mais de 11 mil casos, Brasil está entre os dez países com mais mortes de crianças e adolescentes
Um relatório do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), divulgado nesta quinta-feira, coloca o Brasil em sexto lugar no mundo na taxa de homicídios de crianças e adolescentes de zero até 19 anos de idade em 2012.
O documento diz que o país registrou 17 homicídios por 100 mil habitantes nessa faixa etária. Com isso, o Brasil ficou atrás apenas de El Salvador (27 por 100 mil), Guatemala (22), Venezuela (20), Haiti (19) e Lesoto (18).
Em termos absolutos, o relatório diz que o Brasil registrou mais de 11 mil mortes na faixa etária, ficando atrás apenas da Nigéria, com quase 13 mil crimes dessa natureza no período.
O Unicef atribuiu no documento como razões principais para o grande número de homicídios de jovens no Brasil o aumento da desigualdade, o acesso a armas de fogo, o alto consumo de drogas e o crescimento da população jovem.
O fundo também usou uma base de dados de 2010 para afirmar que no Brasil os adolescentes negros sofrem um risco três vezes maior de serem assassinados em relação a jovens brancos.
O número de homens nessa faixa que foram vítimas de homicídio também é 12 vezes maior que o de mulheres.

Violência sexual

Mais de 95 mil crianças e adolescentes foram assassinadas em todo o mundo no período avaliado pelo relatório, intitulado Hidden in Plain Sigh ("Ocultos em Plena Vista" em tradução livre), elaborado com dados de 190 países.
O número representa um quinto de todos os assassinatos de crianças e adolescentes ocorridos no planeta, a maioria praticados na América Latina e no Caribe.
O levantamento do Unicef também analisou casos de abusos físicos, sexuais e emocionais contra jovens.
No campo da violência sexual, a entidade estimou que cerca de 120 milhões de garotas com menos de 20 anos de idade já foram vítimas de abusos. Isso significa que uma em cada dez jovens do mundo foi exposta a relações ou atos sexuais forçados.
O Unicef também constatou que uma em cada três jovens que tenham sido casadas na faixa etária entre 15 e 19 anos afirmaram ter sido vítimas de violência física, sexual ou emocional cometida por parceiros ou maridos.
O índice de casos em que o responsável pelo abuso era o próprio marido da vítima chegou a 70% em países como a República Democrática do Congo e a Guiné Equatorial.
Ao mesmo tempo, segundo o documento cerca de 50% das adolescentes dessa faixa etária (126 milhões) dizem acreditar ser agredida pelo marido é justificável sob certas circunstâncias. Essa taxa sobe para 80% em países como Afeganistão, Guiné, Jordânia, Mali e Timor Leste.
O relatório também estudou o bullying como forma de violência contra os jovens e descobriu que um em cada três estudantes com idades entre 13 e 15 anos sofrem bullying de maneira regular no ambiente escolar em todo o mundo.
Além de identificar essas tendências, o Unicef indicou seis estratégias que podem ser adotadas pelos países para prevenir e reduzir a violência contra crianças.
Elas incluem o oferecimento de apoio para pais e crianças, mudanças em atitudes e nos sistemas criminais e judiciais e nas leis.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Colégio Agrícola de Bananeiras festeja os 90° Aniversário.

A partir do próximo dia 29, 6ª feira, a Universidade Federal da Paraíba, através do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias-Campus -III - Bananeiras, iniciará as comemorações pelo transcurso do 90° Aniversário do Colégio Agrícola "Vidal de Negreiros", com extensa programação festiva e cultural.
Na programação enviada ao editor do blogue, consta a apresentação do coral "UNIPÊ" e um chou de Jessier Quirino, o gênio da música  e teatro sertanejo do Nordeste brasileiro. Abaixo a programação dos dias 29 e 30/08 e de 4 a 7 de setembro próximos:

domingo, 24 de agosto de 2014

Tião Gomes bota prá quebrar!

domingo, 24 de agosto de 2014

A QUENTE DO DIA: Deputado Tião Gomes disse que é tanta prostituição eleitoral na campanha deste ano que dá vontade de desistir


O deputado Tião Gomes, presidente do PSL/PB e defensor da reeleição do governador Ricardo Coutinho (PSB), desabafou em entrevista ao PB Agora, ao afirmar que durante toda sua vida pública nunca viu uma eleição tão difícil e um leilão tão grande.
Ele fez referência a supostos acordos escusos que lideranças vem fazendo na Paraíba e revelou que por conta dos leilões políticos, já perdeu o apoio de três prefeitos.
“Eu nunca vi uma eleição tão difícil, eu nunca vi um leilão tão grande. Eu vou pensar muito se vou continuar em política. Já perdi três prefeitos. A minha sorte é que eu trabalho com as bases. Meu trabalho é com o povo”, desabafou Tião.
Tião Gomes (PSL), manifestou suas preocupações com a compra de voto nas eleições estaduais da Paraíba, sobretudo na disputa proporcional, por parte de alguns postulantes a cargos na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).
Segundo Tião Gomes, “está acontecendo uma verdadeira prostituição eleitoral na Paraíba”. Tião acrescentou que os culpados são os próprios políticos. “Eu não dou, vem outro e dá. Mas, a Justiça eleitoral não está nem aí, por que não tem como provar. O dinheiro não deixa marcas. Temos que ter uma fiscalização maior, a Justiça tem que tomar uma posição”, acrescentou.
Tião Gomes chegou a citar o nome dos três prefeitos que o deixaram e os nomes dos deputados que conquistaram estes apoios políticos, no entanto, por conta da legislação eleitoral a reportagem do PB Agora se reserva a não publicar os nomes e, por ventura, influenciar o pleito.
Além de Gomes, outros dois parlamentares que também lamentarão o “mercadão eleitoral” foram os deputados Adriano Galdinho, do PSB, e João Gonçalves, do PSD. Enquanto Galdino alertou sobre a existência dos “homens da mala preta” atuando na campanha, Gonçalves disse que já havia denunciado vários crimes eleitorais à Justiça, no pleito deste ano. (Henrique Lima- PB Agora)
Fonte: blogue de Braga Neto

sábado, 2 de agosto de 2014


BBC 02/08/2014 14h54 - Atualizado em 02/08/2014 14h58

Exército norte-americano desenvolve bala que persegue alvo

Pesquisada há anos, tecnologia já aplicada em mísseis pode ser usada em munições menores com a criação de microsensores.

Da BBC
Pesquisadas há anos, balas teleguiadas são consideradas o 'santo graal' da balística (Foto: Reprodução/BBC)Balas teleguiadas são consideradas o santo graal da balística (Foto: Reprodução/BBC)
Foram necessários seis anos e US$ 25 milhões para que o Exército americano tornasse realidade algo que antes só existia em filmes: uma bala que persegue seu alvo.
O protótipo acaba de ser testado com sucesso pela Agência de Projetos de Pesquisa em Defesa Avançada (Darpa, na sigla em inglês), braço militar americano responsável por desenvolver as armas do futuro.
O vídeo da agência mostra o disparo de um rifle de calibre .50 em que o atirador mira não no alvo, mas em outro ponto próximo. Mesmo assim, a bala ajusta seu curso. O vídeo pode ser visto no link: http://bbc.in/1AL9JMZ.
A nova munição é parte do projeto Artilharia de Extrema Precisão, que tem como objetivo "melhorar a eficácia de francoatiradores e a segurança das tropas, ao permitir que os tiros sejam disparados de uma distância maior", segundo a página do projeto.
"Cada disparo que não atinge o seu objetivo põe em risco a segurança das tropas, porque alerta para a sua presença e, potencialmente, expõe sua posição."
"Santo graal" da balística
O princípio por trás da tecnologia é relativamente simples. A bala recebe sinais enquanto ainda está no ar para que altere seu curso.
"A ideia de balas teleguiadas sempre foi considerada o santo graal da tecnologia de projéteis. Mas só recentemente ficaram disponíveis os microssensores que a tornam possível", diz Christopher Shepherd, professor de Ciência Forense da Universidade de Kent e especialista em balística. "É uma tecnologia pioneira, apesar de já ser pesquisada há anos."
A tecnologia de sistemas teleguiados já havia sido aplicada a armamentos maiores, como mísseis, mas o sucesso não tinha sido ainda possível com munições menores.
"As armas de menor calibre oferecem um espaço limitado para estes tipos de mecanismos. A mudança de massa, e da distribuição de massa, em um projétil pode alterar significativamente o seu rendimento", afirma James Shackel, especialista em balística do Instituto Forense Cranfield.
No caso específico da bala inteligente, a Darpa mantém em segredo como funciona o sistema de direcionamento. Mas os especialistas têm algumas pistas. "Anéis em torno da bala podem se contrair e expandir para alterar a distribuição de massa e o fluxo de ar na superfície da bala, o que pode fazer com que ela mude de posição", teoriza Shackel.
Mesmo assim, essa mudança de direção tem limites. E as balas de um rifle de calibre .50 são algumas das maiores dentre as munições menores.
"Provavelmente só será possível mudar a direção da bala em disparos mais distantes, devido à velocidade com que a bala se move", destaca Shepherd. "O pequeno tamanho da bala também limita a capacidade de frear sua queda de forma significativa para facilitar uma mudança maior de direção."
Guerra moderna
A deficiência do projeto está em que a tecnologia não pode ser aplicada a todos os tipos de conflitos atuais. "A guerra moderna não é travada em campos de batalha como ocorria antes", afirma Shepherd.
De acordo com o especialista, as disputas de hoje ocorrem de duas formas. As primeiras são lutas urbanas, em contato próximo com o adversário. Nelas, este sistema seria inútil, dado o curto alcance das balas usadas.
O segundo tipo são aquelas travadas a longas distâncias, com atiradores em condições adversas, como a que opôs o Exército americano a militantes talebãs no Afeganistão, com campos montanhosos, pouca visibilidade e onde os alvos não estão na linha de visão.
"É um desafio para os atiradores usar a tecnologia atual em condições desfavoráveis, com vento forte e poeira", afirma a página oficial da Darpa. "O novo sistema ajudará a disparar tiros a uma distância maior e atingir um alvo que talvez não esteja na linha de visão, mesmo que isso só ocorra em alguns poucos casos."

quinta-feira, 19 de junho de 2014

De que forma devemos celebrar o Corpus Christi?
O Corpus Christi é uma data muito especial e tradicional por celebrar a presença real de Cristo na Eucaristia, do Jesus ressuscitado que cumpriu o perfeito plano da salvação dos homens. O padre redentorista, Flávio Cavalca de Castro, doutor em Teologia, nos fala sobre a importância das celebrações do Corpus Christi. [Portal A12 > confira entrevista]
 

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Postado por AssessoRN -

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Qual será o melhor regime para o Brasil? O PIB do Brasil equivale a 1/6 do da China.

China, EUA e Brasil

Adriano Benayon * 19.05.2014


1. Qual será o melhor regime para o Brasil? Aquele que lhe garanta autodeterminação e lhe assegure desenvolvimento tecnológico e social.

2. Para chegar a isso, não poderá continuar com a economia desnacionalizada e concentrada, nem com suas políticas sendo determinadas por carteis financeiros e econômicos. Então, o que se deve fazer? Para conceber algo próximo ao ideal, há que avaliar o que ocorre na prática.

3. À parte as questões da tradição e da cultura, o  regime e as políticas da China têm obtido êxitos consideráveis na consecução dos objetivos nacionais, inclusive ombrear-se com as grandes potências, e elevar o  bem-estar social.  Mas seu sistema pode ser criticado, entre outros aspectos, por não estar evitando excessiva concentração de renda no setor privado, embora esta seja ainda muitíssimo menor que a das tradicionais economias capitalistas e suas dependências periféricas.

4. Tem-se falado muito na ascensão econômica da China. Segundo  novas estimativas  do Banco Mundial, conforme a PPP (paridade do poder de compra) o PIB da China já supera o dos EUA, ficando ultrapassadas as que não atualizavam os dados, desde 2005. Essas só o previam para 2019.

5. Alguns números não fecham. Diziam que, pela PPP, o PIB da China equivalia em 2003 a 60% do dos EUA. Ora, se aplicarmos as respectivas taxas de crescimento acumuladas de 2003 a 2013 (164,1% e 16,05%), resulta que o PIB chinês já superava o estadunidense em 35,5%.

6. Ademais, o BM não retrata as coisas com precisão, já que: 1) as estatísticas dos EUA superestimam o produto real e subestimam a inflação; 2) com a enorme financeirização da economia, parte significativa da “renda”, não deveria ser considerada produto real; 3)  os gastos militares astronômicos – e nisso os EUA batem de longe qualquer país – não representam algo que possa ser contado, se adotarmos  um critério de bem-estar ao valorar a “produção econômica”.

7. Há mais considerações denotativas de que os aspectos qualitativos têm importância bem maior que cifras monetárias do PIB. Um dos feitos do regime chinês foi tirar mais 600 milhões de pessoas da linha de pobreza, em apenas 10 anos. Outro, tem sido a elevação dos salários reais acima do crescimento da produtividade.

8. Norton Seng, especialista brasileiro em assuntos chineses,  destaca a qualidade da educação e que a ênfase no emprego de engenheiros na administração tem  viabilizado planejamento capaz de promover o emprego de centenas de milhões de pessoas em atividades de crescente conteúdo tecnológico.
9. Ora, isso requer eficientes infra-estruturas urbanas, de transportes, telecomunicações e outras. Diz Norton:Tudo meticulosamente planejado: das fronteiras agrícolas até os grandes centros habitacionais. Com toda a infraestrutura necessária para comportar, adequadamente e sem maiores conflitos sociais,  a sua gigantesca população com complexos viários compatíveis com o crescimento exponencial de suas cidades em harmonia com o crescimento das várias demandas.”

10. Muitos observadores espantam-se com o fato de, mesmo após mais de 30 anos seguidos, até 2012, com média acima de 10% aa., as taxas de crescimento do PIB chinês ainda estarem elevadas, acima de 7% aa., não obstante  a estagnação reinante nos EUA, Europa e Japão, desde 2008.

11. A ideologia faz alguns crerem que a economia obedece a leis inexoráveis, independentes da política. Esses preveem crise, agora, na China. Diferentemente deles, penso que só há crise em países em que assim deseja o sistema de poder nele dominante.

12. A meu ver, o capitalismo caracteriza-se pela ilimitada concentração do poder financeiro e político nas mãos de pequeno grupo de famílias e indivíduos.

13. Na medida em que a China não seja – pelo menos, por enquanto - país capitalista – as tendências de crise que ali surjam, podem ser afastadas sem dificuldade, pois,  detendo-se poder sobre as finanças e havendo vontade política, estas podem pôr a economia em rumo certo.

14. Os seguidores de Deng admitem que o desenvolvimento econômico obtido desde o final dos anos 70 não teria sido possível sem ter havido Mao, sob cuja direção a China, além de conseguir alimentar população superior ao bilhão, construiu significativa indústria pesada e colocou a China entre as grandes potências militares e nucleares.

15. Após 1978, o Estado continuou a dirigir a economia e permaneceu com sua maior parte estatizada, além de  manter o controle do sistema financeiro. Mas abriu grandes espaços para o crescimento de capitais privados nacionais e admitiu investimentos diretos estrangeiros de grandes corporações transnacionais. Isso, entretanto, foi feito em condições diametralmente opostas às que prevalecem no Brasil, especialmente a partir de 1954/1955.

16. Enquanto o governo egresso do golpe que derrubou o presidente Vargas em 1954, propiciou aos pretensos investidores transnacionais ganharem capital no Pais e esvaziá-lo dele -   controlando o mercado brasileiro e recebendo subsídios escandalosos -  o planejamento central chinês fez as transnacionais cumprirem condições que levaram à absorção e à melhora de tecnologias estrangeiras.
17. Na China, os investimentos diretos estrangeiros são submetidos a regras rigorosamente  aplicadas,  pois  o sistema político ali não depende de campanhas eleitorais influenciadas por dinheiro privado ou estrangeiro.
18. E quais as regras essenciais?  Não se trata somente de favorecer as produções intensivas de tecnologia, poupadoras de matérias-primas, sobre tudo locais,  e menos nocivas ao ambiente. É exigido: 1) quanto à propriedade, haver associação com capitais chineses; 2) ser assegurada transferência de tecnologia à China.
19. Em geral, próxima a  uma fábrica de empresa transnacional, encontra-se uma controlada por capital chinês, replicando a mesma produção e  inovando-a para torná-la mais competitiva.
20. Já no Brasil, desperdiçam-se os investimentos públicos em ciência e tecnologia, na proporção da ausência de empresas nacionais em competição no mercado, e exponenciam-se as consequências da subordinação às transnacionais estrangeiras: preços absurdamente altos, transferências de ganhos ao exterior sob todas as formas, endividamento acelerado por taxas de juros abusivas, política e administração corrompidas etc.

21. Não nos devemos iludir com as estatísticas de 6ª ou 7ª maior economia do mundo. Para começo de conversa, o grosso do PIB aqui gerado não pertence a brasileiros, e o que resta para estes está muito mal distribuído.

22. Além disso, pelo critério da paridade do poder de compra, o Brasil cai para 9º. Mais importante, o crescimento não decorre de ganhos qualitativos, mas, sim, da ocupação de parte dos imensos espaços territoriais e da exploração desmedida de recursos naturais, tanto na agropecuária como nos minérios, tudo para servir a grupos concentradores estrangeiros.

23. Desde o colapso de 2007/2008, amplia-se a vantagem da China sobre as principais economias capitalistas, vinculadas à oligarquia financeira angloamericana, porque a estagnação destas se acentua, com infra-estruturas físicas em deterioração, desemprego muito grande, implicando deterioração do “capital humano” e da infra-estrutura social.

24. Isso porque, diante da crise, o Estado, comandado pela oligarquia financeira, só trata de socorrer os bancos e apenas adia novas bolhas, pois: 1) o dinheiro fica nos bancos ou é aplicado em mercados especulativos e títulos públicos; 2)  o Estado vai falindo, mesmo sem investir o que deveria na economia real ou em favor dela, diretamente ou através de empréstimos para a produção. 
25. Se o Estado tem real poder sobre a economia, se deseja que a sociedade eleve  seus padrões de vida, se dispõe de quadros que sabem o que fazer, qualquer crise financeira pode ser debelada, e a casa arrumada: dívidas podem ser simplesmente canceladas, e novos mecanismos monetários e de crédito, instituídos.
26.  A finança, portanto,  é algo que sempre pode ser posto em ordem, de uma vez, por decisões políticas, enquanto que são necessários decênios para construir estruturas e infra-estruturas econômicas e sociais, bem como ativos tecnológicos para viabilizar níveis adequados de produção e de atendimento às necessidades sociais.
27. Em suma, dinheiro e crédito criam-se à vontade, com ou sem lastro, só com impulsos nos computadores. Já atender adequadamente a demanda (sem  reprimi-la) por bens e serviços reais depende de bem mais que isso.
28. Nota final. Há mais de 100 bilionários da China. O Brasil mostra 77 bilionários, mas o PIB do País, além de não pertencer, na maior parte, a brasileiros - equivale a menos de 1/6 do da China. Os 15 mais ricos do Brasil totalizam U$ 116,5 bilhões, e os da China, US$ 79,6 bilhões. Entre os brasileiros, muitos pertencem aos mesmos grupos e famílias.
* - Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização.
 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Rosalba chora e deixa reunião da executiva do Democratas

Rosalba Ciarlini 2

Por Ivo Freire
A governadora Rosalba Ciarlini deixou a reunião da Executiva do Democratas na manhã de hoje sem esperar sua conclusão.
Rosalba chegou à reunião acompanhada do marido e chefe do Gabinete Civil, Carlos Augusto Rosado.
Discursou lembrando seu direito de ser candidata à reeleição e chegou a chorar.
A direção executiva do Democratas, que tem como presidente estadual e nacional o senador José Agripino, decidiu que, hoje, só iria votar a proposta de coligação para as disputas de deputado federal e estadual ao PMDB.
O senador José Agripino quer o DEM sem candidato ao Governo do Estado, e sem a candidatura à reeleição da governadora Rosalba Ciarlini,
Agripino quer também apoiar a provável candidatura do deputado Henrique Eduardo Alves, do PMDB, à sucessão da governadora do seu partido, o DEM, Rosalba Ciarlini.
Fonte:companhiadanoticia.com.br