quinta-feira, 8 de novembro de 2012


Governo defende política regional para Estados menos desenvolvidos

Quarta-feira, 07 de novembro de 2012 - 18h11
O governador Ricardo Coutinho participou nesta quarta-feira (07), em Brasília, da reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, governadores e secretários da Fazenda e da Receita de todos os estados do país. Na ocasião, foi apresentada aos gestores, a unificação da alíquota interestadual do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrada pelos estados em 4% como forma de acabar com a chamada “guerra fiscal”  (concessão de benefícios para que as empresas se instalem em determinados estados do país). A alíquota seria unificada para todas as mercadorias que passam de uma unidade da Federação para outra. Atualmente, o imposto é 7% ou 12%, dependendo do estado de origem da mercadoria.
Ricardo Coutinho elogiou a abertura da discussão pelo governo Federal, mas afirmou que não vê a alíquota única como uma solução para o desenvolvimento regional, e que a medida prejudica os estados do Nordeste, Norte e Centro Oeste que não terão como conceder um regime de incentivo fiscal diferenciado para atrair empresas.
“Não se pode deixar de ver que o Centro Oeste, o Norte e o Nordeste não são diferentes por questões históricas e que possuem economias menores que o Sudeste e o Sul. Neste contexto de perdas do Fundo de Participação do Estado (FPE), que chegam a R$ 247 milhões neste ano na Paraíba, será ainda mais complicado daqui a quatro anos conviver com a adoção de um regime único de ICMS”, completou.
O governador defendeu uma política de desenvolvimento regional que crie atratividades para gerar competitividade aos estados menos desenvolvidos. Ele acrescentou que nenhum ramo da economia do país, desde a siderurgia, conseguiu se desenvolver sem que fosse às custas do ICMS.  “É claro que a política predatória por atração de empresas é prejudicial ao país, mas é fundamental compreender que este é um país de desigualdades. Criar mecanismos para que esse desequilíbrio seja superado é algo positivo, não apenas para um estado ou região, mas para o país”, defendeu Ricardo.
Os governadores, principalmente do Norte e Nordeste, pediram a fixação de duas alíquotas: 2% para os estados mais ricos e 7% para os menos desenvolvidos, que teriam espaço para a concessão de incentivos fiscais a indústrias.
Durante a reunião, o ministro da Fazenda também propôs a abertura de dois fundos de compensação: o primeiro para cobrir as perdas de ICMS dos estados perdedores e o segundo que prevê financiamento de empresas.
Dívida dos Estados – Guido Mantega também propôs a revisão do indexador da dívida dos estados com a União. Atualmente, essa dívida é corrigida pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais 6% ou 7,5% ao ano. A equipe econômica acenou com a substituição deste índice pela taxa Selic, que mede os juros básicos da economia. A proposta vale para as dívidas já constituídas e beneficia todas as unidades da federação.
O secretário de Estado da Receita, Marialvo Laureano, que também esteve presente na reunião, considerou a proposta positiva por reduzir os juros da dívida dos Estados, mas disse que ela não resolve o problema imediato que é a liquidez dos Estados.
Mesmo com endividamento muito abaixo do permitido, a Paraíba aumentou em 52% a capacidade de contratação de crédito nos últimos dois anos. O limite era de R$1,5 bilhão em 2010 e ultrapassou os R$ 2,3 bilhões em 2012. A marca é resultado da gestão financeira responsável que adequou o Estado às exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e restituiu o equilíbrio fiscal paraibano a partir de 2011.
Com o controle fiscal e ampliação de crédito garantida, o Governo da Paraíba registrou o total de R$ 536 milhões em contratações de crédito planejadas, durante o biênio 2011/2012. O montante é cerca de 20% superior ao total contratado nos dois anos anteriores (R$ 453 milhões em 2009/2010). Fonte: Assecom/Govpb.


Governo repassa verba para 102 municípios atendidos por carros-pipa

Fonte: Assecom/PB.
Quarta-feira, 07 de novembro de 2012 - 18h18
O Governo do Estado disponibilizou para as prefeituras paraibanas recursos na ordem de R$ 3.765.000,00, destinados ao pagamento dos carros-pipa que distribuem água às cidades atingidas pela estiagem.
O dinheiro, à disposição nas agências do Banco do Brasil, representa o pagamento a 250 carros-pipa contratados para abastecer comunidades em 102 municípios paraibanos mais afetados pela seca.
Há casos em que o banco já fez o pagamento à Prefeitura, mas há situações em que o dinheiro encontra-se à disposição da administração municipal, mas ainda não foi resgatado.
De acordo com dados disponibilizados pela gerência executiva da Defesa Civil Estadual (GEEDEC), algumas prefeituras sequer assinaram a minuta do convênio com o Banco do Brasil. Outros municípios ainda não enviaram ao banco a documentação necessária.
Também há casos em que a água não está sendo distribuída porque o banco aguarda providências que precisam ser tomadas pela administração municipal e pelo próprio ‘pipeiro’, como são chamados os donos dos caminhões tanques que distribuem a água.
Ainda de acordo com os dados, em pelo menos seis cidades paraibanas, à despeito da grave situação de falta água, a prefeitura não compareceu com os documentos para o cadastramento.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Um Mestre Maçom chamado Luiz Gonzaga

  Colaboração do Ir∴ Sergio Elvis (sergio.elvis@terra.com.br) pertencente ao Grupo Tempo de Estudos (tempo-de-estudos@yahoogrupos.com.br) 
O Rei do Baião, Luiz Gonzaga, Pernambucano de Exu-PE, viu a Luz na Maçonaria no dia 03 de abril de 1971, na Augusta e Respeitável Loja Simbólica Paranapuan nº 1477, Oriente da Ilha do Governador - RJ, do Rito Moderno ou Francês. 
No dia 14 de dezembro de 1971, foi Elevado ao Grau de Companheiro Maçom e no dia 05 de dezembro de 1973, foi Exaltado ao Grau de Mestre. 
Nos Graus Filosóficos, foi Iniciado no Grau 04 em 10 de agosto de 1984, no Sublime Capítulo Paranapuan, jurisdicionado ao Supremo Conselho do Brasil do Rito Moderno. 

A música Acácia Amarela foi composta em 1981; o Irmão Luiz Gonzaga achou oportuno fazer uma homenagem a Maçonaria e elaborou a letra e o tema musical. 

O Irmão Orlando Silveira deu algumas sugestões e harmonizou a melodia. Encerrado os trabalhos a música foi incluída no CD “O Eterno Cantador” do selo BMG-RCA, com arranjo de Orlando Silveira e vocal de Luiz Gonzaga. 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Sebrae/PB incentiva produção de alimentos sem venenos.



Alimentos orgânicos
ImageEspaço Ecológico debate a produção de alimentos orgânicos
O programa Espaço Ecológico deste sábado (27) entrevista Newton Novais filho, engenheiro agrônomo e consultor do Sebrae-PB.

Ele vai falar sobre a agricultura orgânica, como se caracteriza um produto orgânico e quais são as regras para se produzir um alimento orgânico.

A busca por uma alimentação saudável faz com que aumente cada vez mais o consumo de produtos orgânicos no país.
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Números do Projeto Organics Brasil apontam que o consumo no setor cresceu 40% no último ano, resultado de uma produção sem uso de agrotóxicos e que respeita os aspectos ambientais, sociais e culturais.

Hoje já são frutas, verduras, mel, cereais, cosméticos e tecidos produzidos a partir de matérias-primas sem o uso de produtos químicos.

O consultor  Newton Novais Filho  também vai informar os locais onde o consumidor pode encontrar  alimentos orgânicos em João Pessoa  e os desafios da produção e do consumo de alimentos orgânicos.
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 O programa Espaço Ecológico vai ao ar aos sábados das 7h30 às 8h30, na rádio Tabajara FM 105.5, podendo ser escutado ao vivo.

Principais notícias do programa

  • Setembro tem recorde de calor e de gelo na Antártida
  • Consumo de produtos orgânicos cresce 40% em um ano no Brasil
  • Alimentos da moda que ajudam a emagrecer também têm restrições
  • Sustentabilidade conquista aliados na construção civil
  • Estudo culpa aquecimento por megaextinção há 250 milhões de anos
  • 50% das áreas mais biodiversas do globo estão desprotegidas
  • Cigarro: um perigo para seu cão
  • Américas terão sistema de prevenção de desastres naturais
  • Especialistas querem que iniciativa privada ajude a implantar  a política de resíduos sólidos

Fonte: Espaço Ecológico
26.10.2012

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Revista Època denuncia tráfico no SAMU .


POLÍCIA - 19/10/2012 22h46 - Atualizado em 19/10/2012 22h46
TAMANHO DO TEXTO

A saúde pede socorro

Um motorista denuncia que, em João Pessoa, ambulâncias são usadas para desviar verbas federais, transportar armas e até traficar drogas

FELIPE PATURY E IGOR PAULIN, DE JOÃO PESSOA
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EMERGÊNCIA O motorista Valdemir Evaristo. Suas denúncias sobre o desvio de dinheiro serão investigadas  pela Polícia Federal. Sobre armas e drogas, não  (Foto: Marcus Antonio/ÉPOCA)
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) é a linha de frente da saúde pública desde 2003, quando suas ambulâncias começaram a ser distribuídas pelo país. Ainda hoje, a maioria das cidades não dispõe delas em número suficiente. Também são frequentes as denúncias de que elas estão em más condições ou sucateadas. O milhão de pessoas que vivem na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, dispõe de apenas 16 ambulâncias. Lá, as denúncias envolvem crimes, e não apenas o mau estado dos veículos. Desde o início de agosto, a Polícia Federal (PF) investiga um esquema de venda de plantões disseminado entre os funcionários do Samu da capital paraibana. Segundo as denúncias, eles fazem escalas mensais de dez plantões e recebem por 25. Uma pequena parte do dinheiro, o equivalente a cinco turnos, fica com o funcionário. O restante vai para seus chefes. “É desvio de verbas”, diz o delegado federal Felipe Alcântara, responsável pelo caso.
A apuração começou depois que um dos motoristas socorristas denunciou os crimes. Valdemir Santos Evaristo, de 34 anos, relatou que, no início de 2011, foi convidado a participar da quadrilha por seu então superior imediato, José Leonardo Alves, um ex-policial militar. No mesmo dia, Evaristo diz que foi procurado pelo coordenador administrativo do Samu de João Pessoa, Gilmore Lins. À PF, Evaristo declarou que Gilmore sugeriu que ele pedisse transferência para o Samu de outro município. Novamente, Evaristo não concordou. “Recusei, e minha vida virou o inferno”, diz. Em seguida, começou a receber ameaças. Em março, resolveu contar tudo o que sabia à secretária municipal de Saúde, Roseana Meira. Para provar que dizia a verdade, levou duas testemunhas, uma técnica de enfermagem e uma telefonista do Samu. Roseana ouviu e pediu provas materiais.
Dias depois, Evaristo voltou com documentos com evidências de que seus colegas haviam fraudado as escalas de plantão. Nessa conversa, deu mais detalhes da fraude e dos desmandos ocorridos no Samu. Segundo Evaristo, muitos chamados de socorro da população deixavam de ser atendidos porque as equipes estavam de plantão só no papel. Recebiam como se tivessem trabalhado, mas não estavam lá quando ocorriam as emergências. Outras vezes, os doentes deixavam de ser resgatados porque as ambulâncias eram usadas para fins particulares, como para levar os filhos dos funcionários à escola ou fazer compras.
A gente via pistolas e revólveres. A droga era uma coisa mais escondida"
 
VALDEMIR EVARISTO, MOTORISTA DO SAMU
Os delitos e irregularidades presenciados por Evaristo, pela técnica de enfermagem e pela telefonista não se restringiam ao superfaturamento de plantões. Eles relataram que as ambulâncias do Samu também eram usadas para traficar armas e drogas. “Isso era feito de noite e nos fins de semana. A gente via os carregamentos de pistolas e revólveres três ou quatro vezes por mês. Era tudo novinho. A droga era uma coisa mais escondida. No prazo de um ano, só vi oito ou dez vezes”, disse Evaristo a ÉPOCA. Segundo ele, os carregamentos incluíam tabletes de maconha, trouxas de cocaína e pedras de crack. Evaristo diz não saber que destino era dado às armas ou às drogas.
Depois que Evaristo e suas testemunhas fizeram o relato à secretária Roseana Meira, José Leonardo Alves e outros dois envolvidos foram afastados de suas funções. As punições não interromperam as ameaças. “Falei com a doutora Roseana pensando que recobraria minha vida, mas o que aconteceu foi o contrário”, afirma. De acordo com o relato de Evaristo, em junho, a casa dele foi invadida, e sua mulher agredida. Na central do Samu de João Pessoa, diz ele, um soldado dos Bombeiros tentou agredi-lo e jurou matá-lo. Acabou contido pelos colegas. Um colega de Samu entrou armado numa das bases das ambulâncias à procura de Evaristo, que não estava de plantão naquele momento. Ele diz que dias depois foi emboscado por dois homens numa motocicleta. O carona atirou em seu carro.
  Apavorado, Evaristo resolveu se esconder no interior pernambucano. Achou que estaria mais protegido se sua história fosse pública e estivesse nas mãos das autoridades. Por isso, gravou dois vídeos em que relata os crimes que presenciou e as ameaças que sofreu. Os depoimentos foram colhidos pelo dono de uma produtora de um amigo de Evaristo. Deu cópias a um amigo, ao produtor e ficou com outra (assista ao vídeo ao lado). Em seguida, Evaristo seguiu a recomendação de um advogado e depôs à PF. A notícia crime registrada pelo delegado Felipe Alcântara é farta em detalhes sobre a venda de plantões. Traz o nome de José Leonardo Alves e de outros quatro acusados por Evaristo, além de quatro testemunhas. Além da técnica de enfermagem e da telefonista que o acompanharam no depoimento à secretária de Saúde, estão relacionados outro técnico de enfermagem e um sargento da Polícia Militar da Paraíba, ex-funcionário do Samu.
O delegado Alcântara considera a denúncia sobre o desvio de verbas públicas suficiente para embasar um inquérito. Para ele, as acusações sobre o superfaturamento de plantões foram consistentes o suficiente para que ele decidisse ouvir a secretária Roseana Meira. Alcântara não deu o mesmo tratamento às informações sobre tráfico de armas e de drogas. Segundo ele, Evaristo não apresentou provas materiais desses crimes nem indicou como elas poderiam ser obtidas.
Questionada sobre as denúncias, a prefeitura de João Pessoa levou 48 horas para se manifestar. Só o fez depois que as questões chegaram ao gabinete do prefeito, Luciano Agra (PSB). A Secretaria de Saúde deu respostas contraditórias às denúncias formuladas por Evaristo. Primeiro, afirmou em nota que aguarda o resultado das investigações da PF para decidir se abre um inquérito próprio para investigar o superfaturamento de plantões. Depois, enviou outra comunicação afirmando que o processo interno está aberto. A secretária Roseana Meira evitou atender a reportagem de ÉPOCA em seu gabinete e em casa. Gilmore, que ofereceu transferência a Evaristo, disse desconhecer as fraudes nos plantões. Indagado sobre o afastamento de José Leonardo Alves, desligou o telefone.
O motorista Evaristo voltou a sua casa na região metropolitana de João Pessoa. Sua família não. A mulher e os dois filhos dele moram, agora, com parentes. Evaristo vive só e usa colete à prova de balas. Quando precisa sair, pede que amigos policiais o acompanhem fardados e armados. “Acho que vou morrer por causa disso. Quero entrar no programa de proteção a testemunhas”, diz.
  

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Garrafada pode ser alternativa para o Viagra?

 
Posted by PicasaMais informações a garrafada guindaste feita pelo sr. Laércio Severiano, telefonar para (84) 3208.1606 ou 9154.2721. A garrafada com catuaba e ginseng é medicamento natural.

domingo, 7 de outubro de 2012


BANANEIRAS E SOLÂNEA JÁ TÊM NOVO PREFEITO: BETO DO BRASIL E DOUGLAS LUCENA SÃO OS ELEITOS


O município de Solânea e de Bananeiras já têm novo prefeito. Douglas Lucena e Beto do Brasil foram os eleitos. Em Bananeiras Douglas obteve 6.562 (52,70%) e Edgard 5.890 (47,30%). Votaram em branco 367 eleitores (2,72%) e nulo 682 (5,05%). Foram 13.501 comparecimentos e 4.113 abstenções. Em Solânea Beto obteve 8.523 mil votos (58,24%). O seu adversário, Edvanildo Júnior, obteve 6.112 mil (41,76%). Votaram em branco, 488 eleitores  Fonte: blog de Portal Ararapb.