terça-feira, 15 de maio de 2012


Uma trajetória marcada pelo profissionalismo

Por Paulo Correia
Jornalista / paulo.correia@r7.com

Foto: Divulgação
Em abril, o homem que comandou por cinco anos uma das delegacias mais atuantes do Rio Grande do Norte, a 1ª DP de Parnamirim, e responsável por prisões memoráveis, como a do famoso assaltante conhecido como Nêgo Dante e de inúmeros traficantes de drogas e ladrões de toda espécie, resolveu dar uma pausa nessa vida agitada e perigosa.

Graciliano Lordão, paraibano de 44 anos, nascido na cidade de Santa Rita e há mais de oito anos morando no RN, com atuação destacada na Polícia Civil, com passagem pelo comando da delegacia de Furtos e Roubos em Natal, é um profissional que soube como poucos agregar o trabalho duro de uma investigação policial com o respeito e a civilidade com as pessoas envolvidas em todos os casos que investigou. "Comecei na Polícia em 1988, com o concurso para agente. Depois disso, passei por várias DP´s na cidade de João Pessoa e logo mais para o RN. Aqui trabalhei na delegacia de Furtos e Roubos e depois, a DP de Parnamirim", lembrou o delegado.

Sempre trabalhando com bons colegas, entre agentes e escrivães, desenvolveu uma relação de cordialidade com a imensa população da terceira maior cidade do Rio Grande do Norte e com as autoridades constituídas do município e do estado. A maior prova disso foram os títulos de cidadão que recebeu, em 2009, através da Câmara Municipal de Parnamirim e da Assembleia Legislativa. O primeiro, proposto pelo atual presidente da Câmara, Rosano Taveira, e o segundo título idealizado pelo deputado estadual Gilson Moura.

Um pouco tímido, o delegado comentou as homenagens. "Foram momentos importantes da minha vida. Acredito que desenvolvi um trabalho e que este levou os parlamentares a me concederem os títulos de cidadão de Parnamirim e norte-rio-grandense", ressaltou.

Imprensa destaca atuação

A seca de 2012.



Por José Romero A. Cardoso.

Secas, fenômeno climático que aterroriza as populações interioranas há tempos imemoriais, vetoras de catástrofes, inimiga pungente da qualidade de vida, artifício vergonhoso de uma indústria mais que secular.

A história das secas no nordeste brasileiro é antiga. Inúmeros registros descreveram com linhas fortes a ação inexorável da natureza sobre o homem do semiarido, pois diversas trouxeram o signo de tragédias indescritíveis.

A calamidade que atingiu o nordeste brasileiro quando da grande e inesquecível seca de 1877-1879, a qual na definição de Rodolfo Teófilo caracterizou-se por ter sido um dos mais castigante fenômeno de estiagem que atingiu a região nordestina, responsabilizou-se só no Ceará pela morte ou pela emigração de mais de 300 mil pessoas.

O ano de 2012 iniciou-se com uma incógnita: chuvas cairão para alento do heróico povo do semiarido? Poucos milímetros estão sendo registrados, mesmo assim impossíveis de garantir que a agricultura de subsistência abasteça com o excedente os centros urbanos, tendo em vista que o agrobusiness impera de forma avassaladora visando o mercado externo, com toda tecnologia de primeiro mundo que desdenha a necessidade da maioria da população que depende da química dos céus a fim de garantir o sucesso do plantio.

Seca lastimável, providências tétricas e patéticas que nem sempre cumprem papel democrático em assistir o imenso somatório de desafortunados que em um passado distante comoveram Jesuíno Brilhante, fazendo-o agir de forma Robinhoodiana nos sertões potiguares e paraibanos à base da força coercitiva dos seus bacamartes que ousaram com coragem a apontar bem no coração dos agentes a serviço da indústria das secas.

A calamidade que se agiganta, trazendo dia após dia agruras à população, provocadas com a seca de 2012, está sendo comparada ao que foi observado há trinta anos quando da indescritível estiagem que teve inicio em 1979 e adentrou de forma intolerável, desumana e horripilante até meados da década seguinte do século passado.

Dramático observar que a poesia de Patativa do Assaré, imortalizada pelo expoente maior da música regional nordestina, continua atualíssima. A fuga em direção a centros mais hospitaleiros do ponto de vista socioeconômico, de geração de emprego e renda, embora eivado de preconceitos, ainda continua a afligir mentes e corações daqueles que são por natureza apegados à terra, possuidores de relação telúrica extraordinária com o meio. 

Cotidianamente milhares de nordestinos desembarcam na porção mais rica da nação em busca de melhores condições de vida. Em inúmeros casos encontram condições de existência piores do que deixou em seu torrão natal. Subemprego e marginalidade passam a integrar de forma corriqueira as paisagens nas quais se inserem.

Triste constatar em nossas feiras que a lei da oferta e da procura rege as relações comerciais. O feijão, símbolo da agricultura familiar, alcança preços estratosféricos a cada dia que passa, frutos da indisponibilidade do produto em razão da ausência de chuvas.

Penoso é saber que a falta de critérios e de humanismo com a região nordeste em tempos de crises provocadas pelo drama climatérico ainda são constantes e tidos como naturais por aquela minoria que usurpou o poder e todas as benesses enquanto legados meticulosamente trabalhados desde a nossa formação socioeconomica.

* José Romero Araújo Cardoso, geógrafo, professor-adjunto do departamento de geografia do Campus Central da UERN.

FONTE: http://www.carlosescossia.com/

quarta-feira, 9 de maio de 2012


A voz engrandecida da Paraíba

09 de Maio de 2012
tamanho do texto A+ A-
Ticiano Duarte - jornalista

Em Recife, início dos anos 50, cursava o clássico no velho Colégio Joaquim Nabuco, o Atheneu pernambucano, da rua do Príncipe, quando, por intermédio do meu colega de turma, o paraibano Amir Gaudêncio, conheci o então estudante de direito, Raymundo Asfora. Uma turma numerosa da terra de José Américo de Almeida hospedava-se na Pensão Majestic, situada nas imediações do prédio onde funcionava o nosso estabelecimento de ensino, um dos mais frequentados e procurados por estudantes das várias cidades nordestinas, preparando os que tentavam na capital pernambucana o ingresso nas escolas de ensino superior.

Raymundo Asfora era hóspede da Pensão Majestic e cursava a Faculdade de Direito, tendo concluído o curso no ano de 1954. Era seu companheiro de quarto de pensão, um outro paraibano, Virgínius de Gama e Melo, também estudante de direito, que viria a ser um dos grandes nomes da literatura nordestina, como romancista, crítico literário, um dos mais respeitados, com projeção nacional. 

Asfora, nascido no Ceará, ainda jovem fixou-se na cidade de Campina Grande, projetando-se como líder estudantil, mais tarde líder político, grande orador e tribuno, um dos mais talentosos da Paraíba, ao lado de um José Américo de Almeida, Alcides Carneiro, Argemiro de Figueiredo, Félix Araújo, Oswaldo Trigueiro, entre outros. Virgínius de Gama e Melo também se notabilizara na tribuna do júri popular, dos Tribunais Superiores de sua terra, nas reuniões sociais e de política cultural, na cátedra universitária, extravasando conhecimentos literários.

Raymundo Asfora era grande amigo de Ronaldo Cunha Lima, companheiro de geração de Marcondes Gadelha, Amaury Vasconcelos, Evaldo Gonçalves e Vital do Rego. Foi vereador em Campina Grande, deputado estadual, federal, vice-governador do Estado, advogado, atuando com destaque em toda região nordestina, sobretudo no fórum criminal.

Tarcísio Burity, ex-governador da Paraíba e seu aliado em algumas lutas políticas, disse certa vez que ele foi “um gigante no fascínio que exerceu sobre as massas”. Ele realmente conquistou e amou o seu povo pela força de sua oratória. Construtor e frases de grande beleza plástica, Burity ainda disse que Asfora não “era apenas um arquiteto de sentenças bem feitas. Era também um engenheiro de ideias bem sedimentadas”.

José Américo de Almeida exaltou-o, afirmando que ele era uma “voz talhada para as grandes assembleias. Sabe jogar flores e sabe jogar dardos”. Argemiro de Figueiredo destacou: “Nunca vi, juntos, tanto gênio e tanta modéstia”. O seu grande amigo Virgínius Gama e Melo anunciou: “Nunca Campina Grande subiu tão alto. Força das asas de Asfora” e Assis Chateaubriand o definiu como uma imagem perfeita: “um orador assim não pede a palavra, ela se oferece”. 

O seu discurso, na Câmara dos Deputados, homenageando o líder a amigo, Argemiro de Figueiredo, sepultado em Campina Grande, é uma peça belíssima, relembrando a vida e a trajetória do grande paraibano: “Assisti ao seu velório. No Palácio Municipal, o salão nobre era um palco de lágrimas e desmaios. Para isolar-me daquela angústia refugiei-me numa pequena sala e, pela madrugada, tocado por uma estranha saudade, confiei-lhe uma breve mensagem de adeus... À beira do túmulo, vozes convulsas instaram-me para que falasse. Li o que me chegara antes e balbuciei qualquer coisa, uma oração talvez... E, quando a terra se abriu para embalar o seu corpo, só me lembro que um grande sol de meio dia ia subindo no céu  de Campina Grande”.

Poeta bissexto que auscultou o “Olhar de morte/O caso, agora é de fixar seu movimento/Ele próprio é o seu giro/Por acaso/Ora rapidamente/Ora mais lento”. E em pronunciamento parlamentar, denunciou a fome nordestina: “E não há abismo mais profundo do que um estômago vazio... Massas famintas são ingovernáveis, não há como conte-las com a coerção de normas jurídicas. Um estômago vazio só conhece as leis das suas necessidades”. 

Pouco antes de ocorrer sua morte trágica, no ano de 1997, bebia solitariamente num bar da cidade de Campina Grande até altas horas da madrugada. Ao retirar-se, deixou sobre a mesa um guardanapo de papel com a seguinte inscrição: “A pior das mortes é morrer na eternidade”. 

segunda-feira, 7 de maio de 2012


Governador decreta situação de emergência em 170 municípios paraibanos

Imprimir  

Segunda-feira, 07 de maio de 2012 - 20h22
O governador Ricardo Coutinho decretou, nesta segunda-feira (7), situação de emergência em 170 municípios atingidos pelos efeitos da estiagem ano no Estado  O decreto será publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (8) e tem como objetivo agilizar a liberação de recursos federais nas áreas de abastecimento e apoio aos agricultores que perderam suas plantações.
A medida teve como base pareceres da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) e da Defesa Civil do Estado, que demonstram o baixo nível pluviométrico na região do semiárido paraibano.
Ricardo Coutinho manifestou sua preocupação com os efeitos da seca na Paraíba, como a falta d’água para consumo humano e animal e prejuízos à agricultura e pecuária do Estado. Ele ressaltou que o governo tem trabalhado intensamente e conseguido apoio federal para o atendimento à população quanto ao abastecimento, com a construção de cisternas, barreiros e sistemas simplificados d’água.
“São mais de 2,6 milhões de paraibanos atingidos pela seca. Essa situação requer o máximo de esforços do Governo do Estado e prefeitos, para que consigamos reduzir os efeitos ocasionados pela escassez de chuvas para as pessoas, a agricultura e a pecuária. Alertei os prefeitos para a necessidade de decretarem situação de emergência, caso contrário, as pessoas não terão acesso a benefícios como o Bolsa Estiagem, o crédito agrícola ou a alimentação animal”, destacou.
O decreto, em seu parágrafo único,  estabelece que a situação de anormalidade é válida apenas para áreas dos municípios comprovadamente afetados pelo desastre natural.  Segundo o decreto, os órgãos de Sistema Nacional de Defesa Civil, sediados dentro e fora do território paraibano, ficam autorizados a prestar apoio suplementar aos municípios afetados pela estiagem, mediante prévia articulação e integração com a Gerência Executiva Estadual de Defesa Civil.
Ainda segundo o decreto, conforme prevê o inciso IV, do art. 24, da Lei n 8666/93, ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens e serviços necessários às atividades de resposta ao desastre, como locação de máquinas e equipamentos, de prestação de serviços e obras relacionadas com a reabilitação do cenário atingido pela seca.
Confira abaixo os 170 municípios em situação de emergência:


Agricultores renegociam dívidas com Governo e prorrogam pagamento para depois da seca

Imprimir 

Segunda-feira, 07 de maio de 2012 - 17h59
Mais de 100 agricultores da região de Bananeiras se reuniram, nesta segunda-feira (7), com o Governo do Estado, por meio do Instituto de Terras e Planejamento Agrícola da Paraíba (Interpa), para debater questões relacionadas à renegociação de dívidas obtidas com créditos rurais e à liquidação dos débitos. Mais de 30% dos trabalhadores rurais já saíram do encontro com propostas de prorrogação do pagamento das dívidas para depois do período de estiagem.
O encontro aconteceu na sede da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetag-PB). Representantes do Banco do Nordeste, Emater-PB, Interpa, Federação dos Trabalhadores na Agricultura das Paraíba  (Fetag-PB) e Incra discutiram com os agricultores soluções urgentes para este período de estiagem e avaliaram a situação de algumas famílias que estão sem condições de pagar a dívida adquirida com créditos rurais.
“Algumas pendências já foram resolvidas no próprio local do encontro. Cada caso será analisado com cuidado. Isso porque o período de seca é grande e muitos trabalhadores estão em condições tristes”, declarou o presidente do Interpa, Nivaldo Magalhães.
Os agricultores que participaram do encontro moram nos assentamentos Baixa do Mel, Umburana, Salto do Bode, Gamela e Santa Vitória. “Além da reavaliação do pagamento de dívidas ou prorrogação dos prazos, também explicamos detalhes da liquidação dos débitos, que acontecem por meio de solicitação do Incra e muitos agricultores não sabem disso”, disse Nivaldo.
Nos próximos dias, tanto o Banco do Nordeste como o Interpa devem receber alguns dos trabalhadores rurais da região para firmarem a renegociação de dívidas nas sedes, isso porque muitos agricultores não estavam com a documentação em dia no local do evento.
Quem obteve empréstimo junto ao Governo Federal e quer renegociar a dívida tem até setembro para fazê-lo. Na Paraíba, a coordenação do programa de empréstimo é feita pelo Interpa, que nesta quarta-feira (9) voltará a se reunir com a Fetag e BNB para tratar de assuntos relacionados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
Fonte: Secom/Gov. da Paraíba.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Sexta-feira, 04/05/2012 às 11h19

Prefeito do município da Paraíba é preso em Natal

José Edivan Felix é prefeito de Catingueira, que fica na Paraíba, e mora em Natal pois é funcionário do TRT.

Por Lara Paiva


O Prefeito de Catingueira, que fica no município da Paraíba, José Edivan Felix (PR), foi preso em Natal, durante a Operação Dublê da Polícia Federal que prendeu prefeitos e secretários municipais.

A Polícia investiga uma quadrilha que desviou mais de 5 milhões de reais de cofres municipais, sendo aproximadamente R$ 1,5 milhão de verbas da saúde, R$ 1 milhão da educação e ação social e R$ 2 milhões de verbas para o desenvolvimento rural e infraestrutura urbana.

José Edivan morava em Natal, pois é funcionário do Tribunal Regional do Rio Grande do Norte (TRT-RN). Ele teve os documentos apreendidos e foi conduzido a Delegacia de Patos, interior da Paraíba.

A operação realizou 41 mandados judiciais: 27 de busca e apreensão, 8 de prisão temporária e 6 de condução coercitiva, além do afastamento de prefeitos e secretários municipais. Também foram cumpridos mandados nas cidades paraibanas de João Pessoa, Patos e Ema.

O desvio ocorria da seguinte forma: as verbas de diversos programas, como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, Fundef, SUS, PAB, FPM, ICMS e convênios, eram depositadas na conta da Prefeitura.

Em seguida, os valores eram sacados em favor da tesouraria da prefeitura e, posteriormente, com a necessidade de comprovar as despesas perante os órgãos de fiscalização, processos inteiros de licitação eram montados e lançados empenhos fictícios, com notas fiscais clonadas

As pessoas presas serão indiciadas e responderão na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de responsabilidade de prefeitos (art. 1º, I Decreto-lei 201/67), fraude a licitação (art. 90 da Lei n. 8.666/93), falsidade ideológica (art. 299, CP) e quadrilha (art. 288, CP).
 Fonte: Nominuto.com.br

Cortez falará às 7h:30m de amanhã na Rádio Tabajara FM.


Crise e meio ambiente
PDF
Imprimir
E-mail

Espaço Ecológico entrevista especialista em Ciência Política
O entrevistado do programa Espaço Ecológico deste sábado (5) será o advogado Francisco de Assis Cortez Gomes. Ele é especialista em Ciência Política, consultor internacional e ex-administrador do Banco do Brasil, durante vinte anos, na Escandinávia, China, Japão e Estados Unidos.

Ele vai avaliar as crises que o mundo vive atualmente e como elas  interferem no meio ambiente. Vai comentar também como os temas planetários como a democracia, o meio ambiente e a ética irão fazer parte das discussões da Rio +20 e como observa a questão ambiental na América Latina, no Brasil e no Nordeste.

Francisco Cortez vai falar ainda como a Rio +20 pode contribuir para o desenvolvimento sustentável do Brasil, respondendo que essa é a oportunidade para que a humanidade encontre os caminhos do desenvolvimento sustentável, traduzido em um mundo menos desigual, menos poluído e com mais qualidade de vida para todos.

O programa Espaço Ecológico vai ao ar aos sábados, das 7h30 às 8h30, na rádio Tabajara FM 105.5 .

Principais destaques do programa:
  • Nobel de Química de 2010 defende transformar CO2 em energia
  • Energia e lixo são prioridades nas empresas que querem ser verdes
  • Um terço dos alimentos consumidos está contaminado por agrotóxicos
  • Aquíferos da América Latina correm risco de contaminação
  • Coleta seletiva chega a apenas 18% dos municípios brasileiros
  • Rio começa a testar diesel de cana-de-açúcar na frota de ônibus
  • Abrolhos contém a maior extensão de algas 'duras' do planeta
  • Estudo diz que Planeta não é sustentável sem controle do consumo e população
  • Poluição sonora modifica florestas
  • Mudança climática acelera ciclo da chuva

Fonte: Espaço Ecológico
03.05.2012

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Leninha, o sucesso romântico.

 A jovem cantora Leninha, paraibana de Bananeiras, gravou o seu primeiro CD, nos estúdios da EH3 stuydio Guarabira, que está fazendo sucesso com o repertório de canções românticos dos anos 60 e 70. Leninha escolheu o repertório e Júnior "play", o produtor musical, fez os arranjos e o vocal, enquanto Evandro Heroizo e Júnior se encarregaram da técnica de gravação. O Cd já está à venda. O telefone para contactos é 83-9161.4850 e o imeio é leninhavozviolao@hotmail.com.
O CD de Leninha contou com o apoio de familiares e amigos, mas ela agradece a "Deus por me dar mais uma chance de concluir esse trabalho tão sonhado e hoje realizado". Parabéns, Leninha.