quinta-feira, 7 de junho de 2012

A revolução de 1930 na Paraíba.

Quem se interessa pela história da Paraíba, deve ler o livro de Manuel Duarte Dantas. Prefácio de François Silvestre, edição de 1983. Edição esgotada, mas é possível encontrar nas bibliotecas públicas do país ou nos sebos. Leiam e tirem suas conclusões.

A CAVERNA DE CADA UM


                                                             Públio José – jornalista



                       Todos nós enfrentamos momentos difíceis em nossas vidas. Muitos – a grande maioria, por sinal – tendem a interiorizar seus problemas e vê-los bem maiores do que são na realidade. Tais pessoas costumam transformar suas dificuldades em inimigos tão difíceis de enfrentar e vencer que a saída, na maioria das vezes, é procurar o isolamento como forma de refrigerar o sofrimento e diminuir a intensidade da dor. Na verdade, buscam cavernas interiores onde possam se esconder e deixar a borrasca passar, ao invés de se instrumentalizarem para a luta, cultivando dentro de si as armas necessárias ao enfrentamento dos problemas. É natural esse comportamento, o que não quer dizer que seja o mais recomendável. Todos nós, em alguma circunstância de nossas vidas, habitamos cavernas. Já certas pessoas passam a viver nelas um tempo longo demais, diminuindo, com isso, a sua capacidade de luta.
                   A caverna pode ser até salutar quando o tempo nela vivido é utilizado para meditação, renovação de forças e cultivo de uma nova esperança. Fora disso é fuga, covardia ou a perda da capacidade de reagir, de lutar, de transformar momentos difíceis em aprendizado, capacitação. Muitos personagens ilustres se utilizaram, ao longo da história, de cavernas como forma de superar realidades indigestas. Freud, por exemplo, carregou em seu interior um longo período de tristeza pela morte de um neto. Foram anos sofridos, vividos, em grande parte, em cavernas, das quais saía, de vez em quando, para prosseguir na luta do dia a dia. São também notórios os casos de escritores, artistas, intelectuais, personalidades ilustres que, de tanto buscarem nas drogas uma caverna segura para suas aflições, vazios existenciais – e até inspiração – terminaram sucumbindo a essa nefasta convivência.
                    Entre os famosos, Jesus Cristo foi um craque em usar a caverna de maneira produtiva. No Jardim do Getsêmani, momentos antes de ser preso, utilizou-se esplendidamente desse instrumento de reclusão como forma de se fortalecer interiormente para enfrentar – e vencer – as horas difíceis que teria pela frente. Na solidão do ambiente, em permanente contato com Deus, através da oração, Jesus travou dentro de si uma batalha tão dolorosa que chegou a suar sangue. A beleza desse instante está em que seu sofrer não acontecia por nenhum problema criado por ele. E sim pelo preço que teria de pagar pela cédula de dívida que tínhamos com Deus por conta dos nossos pecados. Após a intensa introspecção, Jesus saiu do Getsêmani fortalecido interiormente para enfrentar a prisão, o julgamento e a morte. A caverna serviu, assim, para meditar, renovar suas forças e cultivar uma nova realidade.
                     Realidade que se concretizou no advento da ressurreição. Pois eram nesses instantes de isolamento, no recolhimento interior utilizado principalmente para o contato com Deus, que Jesus encontrava lenitivo para suas dores e revelação dos fatos que viriam a seguir. Ele, portanto, utilizava-se da caverna na busca das explicações para as dúvidas e incertezas que, por ventura, surgissem em seu caminho, e também na correção dos rumos no seu relacionamento com os homens. Assim, a caverna era um elemento altamente valioso na arrumação interna de suas emoções e no planejamento futuro de sua rotina. Conclui-se, então, ser muito difícil não habitarmos cavernas ao longo de nossas vidas. A questão é saber o uso que estamos fazendo dela. Se ela está nos retemperando para vitórias futuras, ou nos levando ainda mais para o fundo do poço. Aliás, agora mesmo, você está dentro ou fora da caverna?  

88% não foi votar, mas oposição ganhou na UFPB.


tor. Margareth Diniz venceu com 94,61% dos votos.
Candidata perdedora boicotou o pleito e recorre ao STF para anular turno.

Foto: do g1pb/divulgação
A candidata de oposição, Margareth Diniz, venceu as eleições para reitoria da Universidade Federal da Paraíba com mais 88% de abstenções. O número alto de professores, funcionários e alunos que deixaram de votar foi resultado do boicote proposto pela chapa de situação que tinha Lúcia Guerra como candidata. Segundo o site oficial da candidata vencedora, dos 49.901 votantes, 44.361 (88,89%)deixaram de participar das eleições da quarta-feira (6). Margareth Diniz venceu com 94,61%. Já Lúcia Guerra ficou com 5,39% dos votos.

A chapa da candidata Lúcia Guerra, que obteve 35,93% dos votos no 1º turno, se recusou a participar das eleições. No primeiro turno, Margareth Diniz obteve 49,66% dos votos e mais de 70% dos alunos não votaram. Com o resultado, a UFPB será, pela primeira vez, administrada por uma mulher. [Fonte: G1 PB]

- Na terça-feira (5), véspera da eleição, o TRF confirmou as eleições na UFPB.


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN em 6/07/2012 09:12:00 AM

domingo, 3 de junho de 2012

Bananeiras se expande. Imóveis em alta.

Loteamentos no distrito de Gamela, no bairro Cidade Alta e na Chã do Lindolfo, no município de Bananeiras, estão sendo aguardados para os próximos meses. Depois do lançamento dos lotes do Loteamento do Carmelo, o preço de terrenos na zona rural atingiu o pico de R$ 120,00 o metro quadrado. Por isso, um terreno de 8 hectares, próximo do Residencial Parque dos Chalés, de Erinaldo Paulino dos Santos, está será sendo oferecido por oitocentos mil reais, segundo informa TOTA, que representa os proprietários. Tota (83- 9179.6765) adianta que o mercado está aquecido e que os compradores de terrenos de Bananeiras são pessoas que acreditam no potencial de destino turístico na região Nordeste. O terreno que Tota quer vender é considerado estratégico e dista 5 quilômetros do centro de Bananeiras. Preço: 800 mil.
È comentado também que o empresário potiguar, "Gilmar da Montana", pretende construir um campo de hipismo, um clube e um condomínio residencial em Gamela, vizinho ao "Àguas da Serra", de Alírio Trindade Leite. Está previsto para agosto vindouro o lançamento do projeto de Gilmar, empresário do ramo da construção civil de Natal.
Já no bairro Cidade Alta (loteamento do mesmo nome), Erinaldo Paulino dos Santos venderá os lotes de 10m x 20m, em breve, segundo anunciou hoje, após concluir a planta feita pelo técnico Ozanaldo Nonato de Souza.
Enquanto os empreendimentos turísticos proliferam, os preparativos na cidade de Bananeiras é com os festejos juninos com programas variados. Um dos locais preferidos é o Forró do Grilo, dia 23, no Parque dos Chalés, na Chã do Lindolfo, a 5 quilômetros do centro de Bananeiras. O acesso ao forró é a camiseta, por R$ 25,00 a unidade. Reserva pelo fone 83.9192.2770.
Região abaixo do Carmelo.

Fogueira junina, mas no RN.

Política
Edição de sábado, 2 de junho de 2012 
Ponteio

Aluisio Lacerda 

Fogueira junina

Ainda não foi acesa a primeira fogueira, mas estamos em pleno mês de São João. Um mutirão envolvendo diversos órgãos de controle promete acrescentar outros ingredientes ao tempero dos folguedos da mais popular festa do Nordeste. O inverno não veio, a estiagem castiga dois terços dos municípios, mas a verba pública só não é curta quando chega a hora de contratar shows artísticos, alguns de gosto duvidoso. E caros. Nada contra iniciativas particulares que contratam e cobram ingresso. À vontade. Com verba pública, diante de tamanha falta de assistência à saúde e à educação, o fole não vai roncar. Além das Promotorias de todas as Comarcas do Rio Grande do Norte, o Tribunal de Contas do Estado também afinou seus instrumentos. Por enquanto foram adotados os primeiros procedimentos. Algumas prefeituras começam a ser notificadas: qual o tamanho da despesa, cópia do contrato e do processo licitatório, justificativa para a inexigibilidade, empenho da despesa, notas fiscais etc. De posse da papelada, e se o município éum daqueles 139 declarados oficialmente em estado de emergência, o TCE vai recomendar a sustação do ato administrativo e até mesmo pedir a interdição do arrasta-pé, em decorrência da iminente lesão grave ao erário e contrariedade ao interesse público.

- Pelo que mostrou o Diário de Natal em sua edição de ontem, não vai ser fácil a tramitação da mensagem da governadora Rosalba Ciarlini fixando o teto remuneratório dos servidores públicos, uma previsão constitucional.

- Os dados não estão fechados, o que deverá ocorrer até o próximo dia 15, mas há controvérsias. Segundo informou à coluna um agropecuarista, o rebanho potiguar não supera 800 mil cabeças de gado. O Idiarn conta 900 mil.

- A coluna registra e cumprimenta os jornalistas João Batista Machado, nosso Machadinho, e Agnelo Alves, eleitos nesta semana para a Academia Norte-rio-Grandense de Letras. A casa de Câmara Cascudo é ampla e plural.

- Afinal, quem, em solo potiguar, tem medo da Construtora Delta, agora com sigilo quebrado? A "Operação Monte Carlo" também promete. Há conexões perigosas. As audiências começaram ontem, em Goiânia. 81 indiciados.

Começar de novo 

Mais um mossoroense no primeiro escalão do governo. O empresário Renato Fernandes, que já dirigiu a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), sabe ouvir. E terá muito que conversar com o segmento que exige muito da Secretaria de Turismo, uma pasta de parcos recursos. Só há um caminho: debruçar-se sobre o Prodetur.

Subestação da Chesf

O Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) concedeu a licença para a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) instalar a Subestação João Câmara, no município de Parazinho. A subestação deverá ser implantada no prazo máximo de três anos, segundo comunicado da Diretoria de Engenharia da Chesf.

R$ 216 milhões para cisternas

A empresa Dalka do Brasil firmou contrato com o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), no valor de R$ 210,6 milhões, recursos destinados ao abastecimento de comunidades rurais nos estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia e Minas Gerais. É muita grana para construir e instalar cisternas no prazo de 180 dias.



Quer morrer mais cedo? Então, fume, fume muito.


Dia mundial sem tabaco

Desde de 1987, o dia 31 de maio foi estipulado pela Organização Muncial de Saúde como o dia mundial sem tabaco. Segundo a organização, todos os anos 200 mil pessoas morrem devido ao tabagismo. Se cerca de 3000 pessoas morreram no ataque das Torres Gêmeas, no  11 de setembro, é como se a indústria do tabaco realizasse, anualmente, 70 ataques terroristas pelo mundo, sem falar dos inúmeros seqüelados dos cânceres relacionados ao tabaco que sempre carregam em seus olhos o arrependimento de um dia terem posto um cigarro na boca.
Sou a favor de que uma carteira de cigarro custe 20 reais e o dobro disso, uma garrafa de cachaça. Há ainda os que se iludem e pensam que os impostos pagos pela indústria do tabaco e do álcool compensam o estrago que essas drogas fazem. Vamos fazer um trato – colocamos 0% de imposto nesses produtos e eles arcam com os custos sociais de seu consumo. Feito?
A ação do SUS engloba, além do tratamento e reabilitação de doentes, a prevenção de doenças e a promoção da saúde. Em virtude disso, desde 2005, houve um aumento de 470% nos investimentos do governo nos programas de abandono do tabagismo. E as medidas parecem dar resultado: em 2006, a população brasileira fumante era de 16,2% e agora está em 14,8%. Uma queda difícil por toda a mitologia criada ao redor do tabaco, porém prova-se que ela é possível. O objetivo é que até 2022 esse número seja reduzido para 9%.
Não podemos ser hipócritas e dizer que é fácil alguém se livrar do cigarro. Se fosse fácil, todo mundo faria. O auxílio de uma equipe profissional nesses casos pode ser de grande valia. Alguns anti-depressivos, como a bupopriona – teoricamente disponível na rede SUS – parecem auxiliar àqueles que querem largar o tabaco. Auxilia sim, mas nada retira a necessidade da força de vontade. A parte difícil não é parar de fumar, mas ter vontade de fazê-lo.
Se você está disposto a tentar, a desenvolver a força de vontade necessária para parar de fumar, procure seu médico. O tratamento é gratuito e disponível no Sistema Único de Saúde.


Paulo Tarcísio
Medicina UFRN


Política paraibana envenena relações do PT com Vital do Rêgo, o presidente da CPI do Cachoeira 

O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) recebe do PT um tratamento contraditório. Em Brasília, é adulado. Na Paraíba, é maltratado. A dicotomia começa a interferir na condução dos trabalhos da CPI do Cachoeira, presidida por Vital.

Veneziano Vital do Rêgo, irmão do senador, é prefeito de Campina Grande, um dos mais importantes municípios paraibanos. No exercício de seu segundo mandato, governou a cidade por oito anos com o apoio do PT.
Impedido pela lei de concorrer à prefeitura novamente em 2012, Veneziano aparelha-se para disputar o governo da Paraíba em 2014. Seu primeiro desafio é manter Campina Grande sob o controle de mãos amigas.
Com o apoio de Vital, Veneziano lançou a candidatura de sua secretária de Saúde, Tatiana Medeiros. Dava-se de barato que o PT se associaria ao projeto. Para desassossego dos irmãos, o petismo paraibano roeu a corda.
Em vez de apoiar Tatiana, o PT ensaia em Campina Grande uma coligação com a deputada estadual Daniela Ribeiro, candidata do PP. Vem a ser irmã do ministro das Cidades de Dilma Rousseff, Aguinaldo Ribeiro.
Os irmãos Vital não se conformam com o abandono do PT. O prefeito queixa-se de traição. O senador esforça-se para deter os silvérios. Já levou o assunto a Lula e à ministra petê Ideli Salvatti, coordenadora política do Planalto. E nada.
Na última quarta-feira (30), Vital do Rêgo adotou na CPI um comportamento que fez acender a luz amarela no painel de controle do PT federal. Numa sessão politicamente radioativa, o senador retirou-se da presidência.
No instante em que iriam a voto os requerimentos de convocação dos governadores Marconi Perillo (GO), Agnelo Queiroz (DF) e Sérgio Cabral (RJ), Vital entregou o comando da sessão a Paulo Teixeira (PT-SP), vice-presidente da CPI. E sumiu.
Em combinação com o relator Odair Cunha (MG), petista como ele, Teixeira tentou executar uma manobra. Sugeriu que fosse votado um pedido de “sobrestamento” da convocatória dos governadores.
Ouviram-se protestos generalizados. Inquieto, Onyx Lorenzoni (DEM-RS) foi ao microfone: “Onde está o senador Vital do Rêgo?” Perguntou uma, duas, três vezes. E nada de Vital. Puxa daqui, estica dali Teixeira desistiu da manobra protelatória.
Votados os requerimentos, aprovaram-se duas convocações: a do tucano Perillo e, para desassossego do PT, também a do petista Agnelo. Só o pemedebê Cabral foi poupado.
Vital retornou à CPI no instante em que Teixeira recolhia os votos para a convocação de Agnelo. Chamado a votar, o senador disse “sim”. Por um instante, houve surpresa, espanto, estupefação. E Vital apressou-se em corrigir o voto: “Não”. Ah, bom!
Mas, afinal, onde estava Vital do Rêgo? A sessão foi encerrada sem que Onyx Lorenzoni obtivesse uma resposta. Um pedaço do petismo suspeita que o presidente da CPI estava mergulhado em seus rancores. Ruminava os dissabores da Paraíba enquanto Agnelo era afogado na CPI.
Na sexta (1o), Vital foi ao estaleiro. Submeteu-se a um cateterismo no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Um boletim médico informou que as veias do coração do senador encontram-se “dentro da normalidade”. Receitou-se ao presidente da CPI um descanso de cinco dias. No sábado (2), Vital voou para Campina Grande. Foi repousar na cidade em que o PT o maltrata.
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sábado, 2 de junho de 2012

A política já começou a esquentar....


PSB de Bananeiras distribui nota de esclarecimento, confira

O Partido Socialista Brasileiro – PSB vem a Público lamentar e ao mesmo tempo esclarecer os últimos fatos que tem ganhado as páginas de alguns Portais de Notícias da Paraíba e da região nas últimas horas, ecoando também nas ondas do rádio, dando conta de que o Pré-Candidato a Prefeito de Bananeiras pelo PPS estaria a fazer pressão para atrair o PSB para seu agrupamento político, assim como foi publicada  matéria no Portal Expresso PB(http://expressopb.com/2012/05/bananeiras-pressao-de-pre-candidato-sobre-psb-pode-leva-lo-a-perder-apoio-da-legenda/) e reproduzida no Portal Bananeiras Online(http://bananeirasonline.com/site/bananeiras-pressao-de-pre-candidato-sobre-psb-pode-leva-lo-a-perder-apoio-da-legenda/comment-page-1/#comment-3373) intitulada – Bananeiras: pressão de pré-candidato sobre PSB pode leva-lo a perder apoio da legenda.
Com relação a referida matéria, prefiro acreditar que tudo não tenha passado de apenas um comentário de meio de rua e que ganhou repercussão na imprensa. Porém, é preciso deixar claro para qualquer tendência política que pretenda aliança com a nossa legenda, terá que nos respeitar como um partido que há mais de 20 anos deixou de ser sublegenda de terceiros e não vai ser em Bananeiras que vai retroceder, muito menos do partido que está tentando atrapalhar o leque de alianças do PSB na capital, coração das forças sociais democráticas da Paraíba.
Jogadas desse tipo já aconteceu em 2008 por forças maiores aqui em Bananeiras, quando não tínhamos a estrutura partidária que temos hoje e não prosperou, no final o PMDB acabou tendo que amargar a perda do nosso apoio para o PSL. Portanto, não será  após adquirir a maioridade, ainda mais quando dois candidatos da base de igual potencial estão em disputa, que o PSB vai se agachar pra qualquer um deles, vamos dialogar e fechar uma aliança estratégica de igual para igual, aliança que garanta o crescimento da legenda no município, com o objetivo de trabalhar pela melhoria da qualidade de vida da população em sintonia com o projeto de estado que está transformando a Paraíba, tendo a frente o nosso governador Ricardo Coutinho.
À preço de hoje, a obrigação que o PSB tem de apoiar o PPS em Bananeiras é a mesma que o PPS tem de apoiar o PSB em João Pessoa. Mas mesmo assim, em nenhum momento nos furtamos a qualquer dialogo, nem com o PPS muito menos com qualquer outra tendência que procurasse o dialogo, com exceção apenas dos partidos oposicionistas ao plano estadual dos socialistas.
Fiquei surpreso ao saber por aliados que o nobre Douglas tenha se referido às lideranças do nosso partido dessa maneira, até pelo alto nível do dialogo que sempre existiu entre as duas legendas, levando em consideração o sucesso que foi a parceria destes partidos  em torno da eleição do companheiro Ricardo Coutinho, parceria esta que tinha todas as condições de se repetir nestas eleições, mas que agora passa a ficar comprometida caso se confirme esse tipo de tratamento do PPS para com o PSB.
Tratamento esse que não precisa uma conversa de rua para se constatar, já que vês por outra nossas lideranças assediadas na tentativa de cooptação por agentes políticos desse agrupamento político.
O PSB de Bananeiras com sua nova gestão tem crescido, se enraizando em todas as hostes da sociedade, em qualquer classe social ou em qualquer comunidade rural ou rua da cidade, é possível encontrar alguém que acredita na gente e defende as nossas ideias e o nosso jeito de fazer política, portanto, estamos preparados pra enfrentar o processo eleitoral e sermos decisivos na campanha do prefeito, sabendo o potencial da nossa militância  e o que somos, não temos porque admitir tratamentos desleais e fechar aliança de forma irresponsável.
Antes de lançar apoio ao candidato a prefeito que os filiados do partido, decidirem em plenária, primeiro nos preocupamos em construir a Carta Programa do PSB com sugestões para o Plano de Governo de quem quiser ser prefeito com o nosso apoio. Propostas avançadas a exemplo do que fez de João Pessoa e de centenas de cidades em todo o Brasil, serem o que são hoje, cidades modernas, com qualidade de vida pra seu povo, respeito à vontade popular, transparência na gestão da coisa pública, gestões planejadas estrategicamente.
Só os socialistas sabem o que passamos para poder chegar onde chegamos, e não podemos regredir um degrau sequer. Conseguimos fazer com que o PSB de Bananeiras deixasse de ser uma legenda de aluguel como antes, pra ser um dos 5 mais importante partidos da cidade e isso precisa ser considerado.
Por fim, a quem por ventura esteja desesperado, paciência. Faremos um dialogo no alto nível, ouvindo os filiados e as instâncias partidárias. Não aceitaremos nenhum tipo de pressão. Idealizaremos as propostas de desenvolvimento que desejamos ver implantadas em Bananeiras e estaremos como sempre aconteceu, em constante dialogo com a executiva estadual do nosso partido para tomarmos a decisão que for melhor para o Projeto de estado que está em vigor e para o projeto de cidade que queremos e propomos para o bem do nosso povo.
JOSÉ NICODEMOS DA COSTA
Presidente do Diretório Municipal
PSB de Bananeiras – PB
Fonte: Bananeirasonline.com